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dc.contributor.advisorFarias, Inez Lopes Matos Carneiro de-
dc.contributor.authorCarneiro, Rafael Cerqueira Nunes-
dc.identifier.citationCARNEIRO, Rafael Cerqueira Nunes. Biopirataria e patentes internacionais: a exploração da biodiversidade brasileira por empresas estrangeiras e o desafio da repartição de benefícios. 2025. 47 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO trabalho faz uma análise sobre a forma com que a biodiversidade brasileira e o sistema internacional de propriedade intelectual estão relacionados, evidenciando que instrumentos, como patentes e marcas podem operar como formas de apropriação econômica de recursos biológicos e conhecimentos tradicionais. A partir de uma comparação decolonial entre a Convenção da Diversidade Biológica, o Protocolo de Nagoia, a Lei nº 13.123/2015 e o recente Tratado da OMPI sobre Propriedade Intelectual, Recursos Genéticos e Conhecimentos Tradicionais Associados, discutem-se as limitações dos mecanismos atuais de controle, fiscalização e repartição de benefícios, especialmente em um cenário de fortes assimetrias tecnológicas e geopolíticas. A análise de casos emblemáticos de biopirataria — como os envolvendo o cupuaçu e a ayahuasca — demonstra como estratégias empresariais e lacunas do SisGen, do CGen e do regime brasileiro de proteção tornam a biodiversidade e os povos tradicionais particularmente vulneráveis. Conclui-se que, embora o Tratado da OMPI represente avanço ao incorporar obrigações de transparência e salvaguardas voltadas às comunidades tradicionais, ainda persistem fragilidades na estrutura de implementação existente, o que exige o aprimoramento das regulações e maior protagonismo das comunidades detentoras de saberes tradicionais nos procedimentos legislativos e administrativos que buscam assegurar o uso ético, sustentável e soberano da biodiversidade brasileira.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordBiodiversidadept_BR
dc.subject.keywordPiratariapt_BR
dc.subject.keywordPirataria (Direitos autorais)pt_BR
dc.subject.keywordBiopiratariapt_BR
dc.subject.keywordPropriedade intelectualpt_BR
dc.subject.keywordConhecimentos tradicionais (propriedade intelectual)pt_BR
dc.subject.keywordPatrimônio genéticopt_BR
dc.subject.keywordRepartição de benefícios (propriedade intelectual)pt_BR
dc.titleBiopirataria e patentes internacionais: a exploração da biodiversidade brasileira por empresas estrangeiras e o desafio da repartição de benefíciospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-08T17:29:47Z-
dc.date.available2026-01-08T17:29:47Z-
dc.date.submitted2025-11-26-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43223-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1The study examines how Brazilian biodiversity intersects with the international intellectual property system, showing that instruments such as patents and trademarks can operate as mechanisms of economic appropriation of biological resources and traditional knowledge. By comparing the Convention on Biological Diversity, the Nagoya Protocol, Law No. 13.123/2015, and the recent WIPO Treaty on Intellectual Property, Genetic Resources, and Associated Traditional Knowledge, the research discusses the limitations of current mechanisms for control, oversight, and benefit-sharing, particularly within a context marked by significant technological and geopolitical asymmetries. The analysis of emblematic biopiracy cases — including those involving cupuaçu and ayahuasca — demonstrates how corporate strategies and gaps within SisGen, CGen, and the Brazilian protection regime render biodiversity and traditional peoples especially vulnerable. The study concludes that, although the WIPO Treaty represents progress by introducing transparency obligations and safeguards for traditional communities, structural weaknesses persist in implementing fair and equitable benefit-sharing. It reinforces the need for improved national and international regulation and greater protagonism of communities holding traditional knowledge to ensure the ethical, sustainable, and sovereign use of Brazil’s biodiversity.pt_BR
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