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dc.contributor.advisorNogueról, Luiz Paulo Ferreira-
dc.contributor.authorSantos, Thaivone Sousa dos-
dc.identifier.citationSANTOS, Thaivone Sousa dos. Entre o açoite e a sobrevivência: família negra e a resistência no Brasil escravista. 2025. 39 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho investiga as estratégias de resistência e reexistência desenvolvidas pelas famílias negras durante o período escravista brasileiro, entre os séculos XVIII e XIX. A partir de uma análise historiográfica crítica, o estudo desloca o foco da figura do senhor e da economia escravista para a subjetividade, os afetos e as práticas sociais dos escravizados. Com base em fontes históricas, literárias e jurídicas, e no diálogo com autores como José Murilo de Carvalho, Martha Hameister, Keila Grinberg, Achille Mbembe, entre outros, a pesquisa evidencia como os escravizados resistiram à fragmentação familiar imposta pela ordem escravista através de táticas cotidianas como o compadrio, o batismo, a religiosidade de matriz africana e a oralidade. O conceito de reexistência é central para compreender essas práticas como afirmações de vida e dignidade em meio à necropolítica colonial. O trabalho também critica a romantização da miscigenação e revela os efeitos persistentes da escravidão na marginalização das famílias negras no Brasil contemporâneo. Ao reconhecer a família negra como espaço de memória, identidade e luta, o estudo contribui para a descolonização das narrativas históricas.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordFamíliapt_BR
dc.subject.keywordFamílias negraspt_BR
dc.subject.keywordEscravidãopt_BR
dc.subject.keywordNecropolíticapt_BR
dc.titleEntre o açoite e a sobrevivência: família negra e a resistência no Brasil escravistapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2025-12-08T22:12:02Z-
dc.date.available2025-12-08T22:12:02Z-
dc.date.submitted2025-07-23-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/42753-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This research investigates the strategies of resistance and reexistence developed by Black families during the Brazilian slavery period, between the 18th and 19th centuries. Through a critical historiographical approach, the study shifts the focus from the slaveholders and economic system to the subjectivity, affect, and social practices of the enslaved. Drawing on historical, literary, and legal sources, and engaging with authors such as José Murilo de Carvalho, Martha Hameister, Keila Grinberg, and Achille Mbembe, the research reveals how enslaved people resisted the fragmentation of their families imposed by the slave order through everyday practices such as godparenthood, baptism, African-based religiosity, and orality. The concept of reexistence is central to understanding these practices as affirmations of life and dignity in the face of colonial necropolitics. The work also critiques the romanticization of racial mixing and highlights the persistent effects of slavery on the marginalization of Black families in contemporary Brazil. By recognizing the Black family as a site of memory, identity, and resistance, this study contributes to the decolonization of historical narratives.pt_BR
Aparece na Coleção:História



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