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2025_RuanLuduiVilarindoDosSantos_tcc.pdf547,62 kBAdobe PDFver/abrir
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Campo Dublin CoreValorLíngua
dc.contributor.advisorPáramos Cebey, María del Mar-
dc.contributor.authorSantos, Ruan Lúdui Vilarindo dos-
dc.identifier.citationSANTOS, Ruan Lúdui Vilarindo dos. ¡Vivan los maricas!: homossexualidade e tradução na obra El Desbarrancadero de Fernando Vallejo. 2025. 39 f. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Letras - Tradução - Espanhol) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho tem por objetivo analisar, em diálogo com os conceitos de Gérard Genette, Roland Barthes e Mikhail Bakhtin, como a homossexualidade e a homofobia interferem no processo tradutório. Para tanto, observar-se-á em especial a tradução do termo marica e de seus derivados presentes no romance El desbarrancadero (2001), de Fernando Vallejo. Entre veados, travestis, sicários e putas, a tradução O despenhadeiro (2008), de Bernardo Ajzenberg, traz ao português brasileiro não apenas Vallejo, mas também Fernando, narrador autodiegético, que descreve suas memórias, relatos de um marica em plena Colômbia no fim do século XX. Ao lançar mão de teorias da tradução como a dicotomia estrangeirização vs. domesticação, de Lawrence Venuti, e as tendências deformadoras, de Antoine Berman, visa-se suscitar questionamentos de como escolhas tradutórias específicas podem ter sido influenciadas pelos contextos linguístico-sociais tanto da Colômbia quanto do Brasil.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordTradução literáriapt_BR
dc.subject.keywordTradução espanhol - portuguêspt_BR
dc.title¡Vivan los maricas! : homossexualidade e tradução na obra El Desbarrancadero de Fernando Vallejopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-05-04T15:31:15Z-
dc.date.available2026-05-04T15:31:15Z-
dc.date.submitted2025-12-12-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/44246-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.contributor.advisorcoPedro, Magali de Lourdes-
dc.description.abstract2El presente trabajo tiene como objetivo analizar, en diálogo con los conceptos de Gérard Genette, Roland Barthes y Mijaíl Bajtín, cómo la homosexualidad y la homofobia interfieren en el proceso traductor. Para ello, se observará en especial la traducción del término marica y de sus derivados presentes en la novela El desbarrancadero (2001), de Fernando Vallejo. Entre veados, travestis, sicarios y putas, la traducción O despenhadeiro (2008), de Bernardo Ajzenberg, trae al portugués brasileño no solo a Vallejo, sino también a Fernando, narrador autodiegético, que describe sus memorias, relatos de un marica en plena Colombia a finales del siglo XX. Al recurrir a teorías de la traducción como la dicotomía extranjerización vs. domesticación, de Lawrence Venuti, y las tendencias deformadoras, de Antoine Berman, se busca suscitar cuestionamientos sobre cómo elecciones traductoras específicas pueden haber sido influenciadas por los contextos lingüístico-sociales tanto de Colombia como de Brasil.pt_BR
Aparece na Coleção:Letras - Tradução - Espanhol



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