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dc.contributor.advisorMaia Filho, Mamede Said-
dc.contributor.authorMenezes, Enzo Luiz de Oliveira-
dc.identifier.citationMENEZES, Enzo Luiz de Oliveira. Poder disciplinar constitucional: a natureza do impeachment na Constituição de 1988. 2026. 92 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) – Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2026.pt_BR
dc.description.abstractA presente monografia investiga a natureza jurídica do impeachment do Presidente da República na Constituição de 1988. Partindo da fragmentação doutrinária existente entre leituras políticas, jurídicas, penais e híbridas do instituto, o trabalho propõe uma abordagem que articula reconstrução histórico-constitucional, análise dogmática das normas constitucionais e exame crítico das principais correntes teóricas. Sustenta-se que o impeachment não se configura como processo penal nem como juízo político discricionário, mas como mecanismo de responsabilização político-administrativa de caráter disciplinar, inserido em um regime próprio de Direito Constitucional Sancionador. Nessa perspectiva, a decisão parlamentar encontra-se juridicamente condicionada à imputação típica de crime de responsabilidade e à observância de garantias materiais e procedimentais mínimas, destinando-se primordialmente à proteção da ordem constitucional e à preservação da regularidade do exercício do poder. A partir da análise dos arts. 85 e 86 da Constituição, da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e da doutrina especializada, conclui-se que o impeachment revela um verdadeiro oxímoro institucional, no qual a sanção político-administrativa é legitimada por um núcleo normativo sancionador constitucionalmente estruturado.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordPoder disciplinarpt_BR
dc.subject.keywordImpeachmentpt_BR
dc.subject.keywordCrime de responsabilidadept_BR
dc.subject.keywordResponsabilidade (Direito)pt_BR
dc.titlePoder disciplinar constitucional: a natureza do impeachment na Constituição de 1988pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-02-23T21:13:59Z-
dc.date.available2026-02-23T21:13:59Z-
dc.date.submitted2026-02-06-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43847-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This monograph investigates the legal nature of the impeachment of the President of the Republic within Brazilian constitutionalism, in light of the 1988 Constitution. Starting from the recognition of doctrinal fragmentation among political, legal, criminal, and hybrid interpretations of the institute, the study proposes an integrative approach that combines historical-constitutional reconstruction, dogmatic analysis of constitutional norms, and critical examination of the main theoretical currents. It is argued that impeachment does not constitute a criminal proceeding nor a discretionary political judgment, but rather a mechanism of political-administrative accountability of a disciplinary nature, situated within a specific regime of Constitutional Sanctioning Law. From this perspective, parliamentary decision-making is legally conditioned upon the formal imputation of a crime of responsibility and compliance with minimum substantive and procedural guarantees, being primarily aimed at protecting the constitutional order and preserving the regular exercise of power. Based on the analysis of Articles 85 and 86 of the Constitution, the case law of the Federal Supreme Court, and specialized doctrine, the study concludes that impeachment reveals a genuine institutional oxymoron, in which political-administrative sanctions are legitimized by a constitutionally structured sanctioning normative core.pt_BR
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