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dc.contributor.advisorGodoy, Miguel Gualano de-
dc.contributor.authorTavares, Giulia Mariah Pereira Oliveiros-
dc.identifier.citationTAVARES, Giulia Mariah Pereira Oliveiros. Marco temporal indígena e a conciliação em controle abstrato de constitucionalidade: limites, possibilidades e desafios. 2026. 192 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) – Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2026.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho analisa os limites jurídico-constitucionais da conciliação no âmbito do controle abstrato de constitucionalidade, a partir do estudo do caso do marco temporal indígena e da comissão de conciliação instituída pelo Supremo Tribunal Federal no contexto das ações que questionam a Lei nº 14.701/2023. Parte-se da constatação de que a ampliação de mecanismos consensuais na jurisdição constitucional, embora apresentada como resposta pragmática à judicialização de conflitos estruturais, tensiona pressupostos centrais do modelo concentrado, especialmente a natureza objetiva do processo, a indisponibilidade de direitos fundamentais e o dever indelegável da Corte de exercer a guarda da Constituição. Sustenta-se que tais tensões se agravam quando a conciliação incide sobre direitos fundamentais de minorias historicamente vulnerabilizadas, como os direitos territoriais indígenas. A pesquisa desenvolve-se em três eixos principais: (i) a reconstrução histórico-constitucional da trajetória dos direitos indígenas no Brasil, do indigenato à Constituição de 1988 e à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal; (ii) investigação sobre a tramitação da Lei 14.701/2023 a partir da teoria da legislação; e (iii) a análise crítica da conciliação em controle abstrato, com especial atenção às disfuncionalidades institucionais decorrentes da tentativa de composição prévia ao julgamento de mérito.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordMarco temporalpt_BR
dc.subject.keywordControle da constitucionalidadept_BR
dc.subject.keywordConciliação (Direito)pt_BR
dc.titleMarco temporal indígena e a conciliação em controle abstrato de constitucionalidade: limites, possibilidades e desafiospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-02-23T21:08:42Z-
dc.date.available2026-02-23T21:08:42Z-
dc.date.submitted2026-02-03-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43846-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This study examines the constitutional and procedural limits of conciliation within abstract constitutional review, based on the analysis of the indigenous temporal framework case and the conciliation commission established by the Supreme Federal Court in the context of actions challenging Law No. 14701/2023. It starts from the premise that the expansion of consensual mechanisms in constitutional adjudication, although presented as a pragmatic response to the judicialization of structural conflicts, strains core assumptions of the centralized review model, particularly the objective nature of the proceedings, the non-disposability of fundamental rights, and the Court’s non-delegable duty to act as guardian of the Constitution. These tensions are exacerbated when conciliation affects the fundamental rights of historically marginalized minorities, such as indigenous territorial rights. The research is structured around three main analytical axes: (i) a historical-constitutional reconstruction of the trajectory of indigenous rights in Brazil, from the theory of indigenato to the 1988 Constitution and the jurisprudence of the Supreme Federal Court; (ii) an investigation into the legislative process of Law No. 14701/2023 through the lens of legislative theory; and (iii) a critical analysis of conciliation in abstract constitutional review, with particular attention to the institutional dysfunctions arising from attempts at consensual resolution prior to a decision on the merits.pt_BR
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