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dc.contributor.advisorArraes, Virgílio Caixeta-
dc.contributor.authorSantos, Gabriel Messias-
dc.identifier.citationSANTOS, Gabriel Messias. Hollywood e o Red scare: uma análise da representação da paranoia e medo acerca do comunismo no cinema norte-americano entre os anos de 1960 e 1980. 2025. 66 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho tem como objetivo analisar a representação das relações entre os Estados Unidos e os ideais comunistas no Cinema1 hollywoodiano nas décadas de 1960 e 1970. A pesquisa tem como objetivo contextualizar o fortalecimento de um sentimento anti-comunista nos Estados Unidos e, utilizando-se da hipótese de Marc Ferro de que o Cinema deve ser utilizado como importante fonte para a História, analisar como todo este contexto sociopolítico reflete em cinco filmes selecionados para estudo. Com a expansão maciça e veloz do comunismo, a “ameaça vermelha” (red scare) tomou conta do imaginário popular americano. Um dos principais responsáveis pela perseguição e fortalecimento da paranoia acerca da penetração de comunistas na sociedade americana foi Joseph McCarthy, senador por Wisconsin que, sistematicamente, fomentou a obsessão da população em identificar e caçar indivíduos ligados aos ideais da União Soviética, principalmente dentro do próprio governo americano e em Hollywood. A monografia, contextualizando a criação de Hollywood, sua perseguição sob acusações de comunismo e o período delicado que vivia a sociedade americana nos anos 1960, utiliza dos filmes Sob o Domínio do Mal (1962), Dr. Fantástico (1964), Telefone (1977), Hair (1979) e Apocalypse Now (1979) para compreender como se dava a representação das relações capitalismo comunismo, a ameaça nuclear e a superioridade norte-americana no Cinema. Ao fim, extrai-se que, como constatado por Marc Ferro, o Cinema é um ótimo meio de se estudar o período histórico pois, através da ficção, das analogias e do que é ou não representado, pode se compreender a situação vivida pelos Estados Unidos neste período, em especial a transição entre o ápice americano dos anos 1960 e a insegurança dos anos 1970.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordCinema - Estados Unidospt_BR
dc.subject.keywordComunismopt_BR
dc.subject.keywordMacarthismopt_BR
dc.titleHollywood e o Red scare : uma análise da representação da paranoia e medo acerca do comunismo no cinema norte-americano entre os anos de 1960 e 1980pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2026-02-04T13:31:39Z-
dc.date.available2026-02-04T13:31:39Z-
dc.date.submitted2025-12-15-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43638-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This work aims to analyze the representation of the relations between the United States and communist ideals in Hollywood Cinema during the 1960s and 1970s. The research seeks to contextualize the strengthening of anti-communist sentiment in the United States and, drawing on Marc Ferro’s hypothesis that Cinema should be used as an important source for History, examine how this entire sociopolitical context is reflected in five selected films. With the massive and rapid expansion of communism, the “red scare” took hold of the American popular imagination. One of the main figures responsible for the persecution and the reinforcement of paranoia regarding the infiltration of communists into American society was Joseph McCarthy, a U.S. senator who systematically fueled the population’s obsession with identifying and hunting down individuals connected to Soviet ideals, especially within the American government itself and in Hollywood. By contextualizing the creation of Hollywood, its persecution under accusations of communism, and the delicate period experienced by American society in the 1960s, the monograph uses the films The Manchurian Candidate (1962), Dr. Strangelove (1964), Telefon (1977), Hair (1979), and Apocalypse Now (1979) to understand how the representation of capitalism–communism relations, the nuclear threat, and American superiority took shape in Cinema. In the end, it concludes that, as Marc Ferro observed, Cinema is an excellent means by which to study a historical period, since through fiction, analogies, and what is or is not represented, one can understand the situation experienced by the United States during this time—especially the transition between the American peak of the 1960s and the insecurity of the 1970s.pt_BR
Aparece na Coleção:História



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