| Título: | Publicidade e ativismo, entre o engajamento e a repressão : uma análise do boicote a Bud Light e os limites do apoio das marcas às lutas sociais |
| Autor(es): | Silva, Thiago Cardoso da |
| Orientador(es): | Carvalho, Rafiza Luziani Varão Ribeiro |
| Assunto: | Ativismo corporativo Publicidade LGBTQIAPN+ Ativismo digital |
| Data de apresentação: | 20-Fev-2025 |
| Data de publicação: | 16-Jan-2026 |
| Referência: | SILVA, Thiago Cardoso da. Publicidade e ativismo, entre o engajamento e a repressão: uma análise do boicote a Bud Light e os limites do apoio das marcas às lutas sociais. 2025. 88 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Comunicação Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. |
| Resumo: | Este trabalho investiga os desafios e limites do ativismo corporativo, analisando o caso do
boicote à Bud Light após sua campanha com a influenciadora transgênero Dylan Mulvaney.
A pesquisa busca compreender a linha tênue entre o engajamento genuíno e a
instrumentalização das causas sociais no mercado publicitário, especialmente no que se
refere ao apoio às pautas LGBTQIA+. Por meio da Análise de Conteúdo de comentários no
Instagram da marca, identificou-se uma intensa polarização entre consumidores
conservadores, que impulsionaram o boicote com discursos de ódio, e defensores da
inclusão, que criticaram o recuo da empresa. O estudo também destaca o papel do
midiativismo na mobilização digital de ambos os lados do debate e como as redes sociais
amplificam tanto o engajamento quanto as reações negativas. Além disso, analisa-se a
tendência crescente de empresas abandonarem campanhas de diversidade diante de
pressões sociais e políticas, especialmente no contexto do governo Trump e do
fortalecimento de discursos conservadores. Conclui-se que a transparência, a consistência
e um compromisso real com as causas sociais são fundamentais para que marcas
consigam apoiar movimentos de inclusão sem gerar contradições que comprometam sua
reputação. |
| Abstract: | This study investigates the challenges and limits of corporate activism by analyzing the case
of the Bud Light boycott following its campaign with transgender influencer Dylan Mulvaney.
The research aims to understand the fine line between genuine engagement and the
instrumentalization of social causes in the advertising market, particularly regarding support
for LGBTQIA+ issues. Through Content Analysis of comments on the brand's Instagram,
intense polarization was identified between conservative consumers, who fueled the boycott
with hate speech, and inclusion advocates, who criticized the company’s retreat. The study
also highlights the role of media activism (midiativism) in the digital mobilization of both sides
of the debate and how social media amplifies both engagement and negative reactions.
Furthermore, the growing trend of companies abandoning diversity campaigns due to social
and political pressures is analyzed, especially in the context of the Trump administration and
the strengthening of conservative rhetoric. The study concludes that transparency,
consistency, and a genuine commitment to social causes are essential for brands to support
inclusion movements without generating contradictions that may harm their reputation. |
| Informações adicionais: | Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Habilitação em Publicidade e Propaganda, 2025. |
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| Aparece na Coleção: | Comunicação - Publicidade e Propaganda
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