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dc.contributor.advisorLuz, Sandra Maria da-
dc.contributor.authorRibeiro, Larissa Costa-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Larissa Costa. Análise comparativa entre sistemas híbridos tubulares metal/compósito submetidos a ensaios de torção. 2025. 107 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia Aeroespacial) – Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências e Tecnologias em Engenharia, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho investigou o comportamento térmico, morfológico e mecânico de compósitos híbridos tubulares formados por tubos de alumínio 2024-T3 conjugados com camadas de fibras de sisal ou de vidro/aramida embebidas em matriz epóxi. As fibras de sisal foram previamente tratadas com solução de hidróxido de sódio (NaOH) para melhorar a adesão à matriz. Em seguida, confeccionaram-se pré-impregnados por laminação manual, com proporção volumétrica de 30% de fibras e 70% de matriz, aplicados aos tubos metálicos pelo método roll wrapping, com orientação das fibras a 0∘. Para manter proporções equilibradas entre os materiais, foram aplicadas duas camadas de sisal/epóxi e uma de vidro/aramida/epóxi, resultando nos compósitos finais denominados, respectivamente, Al/S2 e Al/VA. Os corpos de prova foram então curados termicamente e caracterizados morfologicamente, apresentando teores médios de vazios de 2,60% para o Al/S2 e 3,71% para o Al/VA, ambos dentro do limite de 5%, com variações atribuídas ao método de fabricação. A caracterização térmica por TGA-DTG mostrou que os compósitos possuem estabilidade até cerca de 350 ∘C, com o sistema vidro/aramida/epóxi apresentando maior temperatura de estabilidade térmica (349,30 ∘C) e menor perda de massa a 600 ∘C (53,62%). Já a análise por DSC indicou que ambos os compósitos atingiram altos graus decuraapósotratamentotérmico(97,24%parasisale98,57%paravidro/aramida),com o compósito sintético apresentando transição vítrea ligeiramente superior (56,83 ∘C). Os ensaiosdetorçãoforamconduzidosemregimeestático,comvelocidadeangularconstante de 1∘/s, até a ruptura dos corpos de prova. Nos ensaios de torção combinada com tração axial (torção-tração), aplicou-se uma carga axial fixa de 5 kg (≈ 49,03 N). o compósito Al/S2 apresentou melhor desempenho em termos de torque máximo, energia absorvida e resistência à ruptura, sendo em média 9% superior ao Al/VA. Já o compósito Al/VA apresentou maior módulo de cisalhamento e menor sensibilidade à aplicação de tração axial. A análise da deformação axial revelou maiores elongações para o Al/VA (0,71%) em relação ao Al/S2 (0,58%), coerente com as propriedades das fibras sintéticas. Por fim, aanálisedassuperfíciesfraturadasindicouque,sobtorçãopura,omodopredominantede falha foi a fratura longitudinal, enquanto a torção combinada com tração intensificou modos de falha mais complexos, incluindo fraturas transversais e delaminação. Sendo assim, a orientação a 0∘, paralela ao eixo do tubo, não favoreceu a resistência à torção, e não foi capaz de restringir os efeitos da tração, que agravaram os danos por cisalhamento. Dessa forma, os resultados evidenciam o potencial do compósito com fibras de sisal como alternativa sustentável e viável para aplicações estruturais, desde que se otimizem o processo de fabricação e a arquitetura das camadas.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordCompósitospt_BR
dc.subject.keywordCompósitos híbridos tubularespt_BR
dc.subject.keywordIndústria aeroespacialpt_BR
dc.titleAnálise comparativa entre sistemas híbridos tubulares metal/compósito submetidos a ensaios de torçãopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-12T17:29:06Z-
dc.date.available2026-01-12T17:29:06Z-
dc.date.submitted2025-07-17-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43285-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This study investigated the thermal, morphological, and mechanical behavior of hybrid tubular composites formed by 2024-T3 aluminum tubes combined with layers of sisal or glass/aramid fibers embedded in epoxy matrix. The sisal fibers were previously treated with a sodium hydroxide (NaOH) solution to improve adhesion to the matrix. Then, prepregs were produced by hand lay-up, with a volumetric ratio of 30% fibers and 70% matrix,appliedtothemetallictubesusingtherollwrappingmethod,withfibersoriented at 0∘. To maintain balanced proportions between the materials, two layers of sisal/epoxy andonelayerofglass/aramid/epoxywereapplied,resultinginthefinalcompositesnamed Al/S2 and Al/VA, respectively. The specimens were then thermally cured and morphologically characterized, showing average void contents of 2.60% for Al/S2 and 3.71% for Al/VA,bothwithinthe5%limit,withvariationsattributedtothemanufacturingmethod. Thermal characterization by TGA-DTG showed that the composites were stable up to approximately 350 ∘C, with the glass/aramid/epoxy system exhibiting higher thermal stability (349,30 ∘) and lower mass loss at 600 ∘C (53.62%). DSC analysis indicated that both composites achieved high degrees of cure after thermal treatment (97.24% for sisal and 98.57% for glass/aramid), with the synthetic composite presenting a slightly higher glass transition (56.83 ∘C). Torsion tests were conducted under static conditions, at a constant angular velocity of 1∘/s, until specimen failure. In the combined torsion and axial tension tests (torsion-tension), a fixed axial load of 5 kg (≈ 49.03 N) was applied. The Al/S2 composite showed better performance in terms of maximum torque, absorbed energy,andfailureresistance,beingonaverage9%superiortoAl/VA.Ontheotherhand, the Al/VA composite exhibited a higher shear modulus and lower sensitivity to axial tension. Axial strain analysis revealed greater elongation for Al/VA (0.71%) compared to Al/S2 (0.58%), consistent with the properties of synthetic fibers. Finally, fracture surface analysis indicated that under pure torsion, the predominant failure mode was longitudinal fracture, while combined torsion and tension intensified more complex failure modes, including transverse cracks and delamination. Thus, the 0∘ fiber orientation, parallel to the tube axis, did not favor torsional strength and was not able to mitigate the effects of axial tension, which exacerbated shear damage. Therefore, the results highlight the potential of the sisal fiber composite as a sustainable and viable alternative for structural applications, provided the manufacturing process and layer architecture are optimized.pt_BR
Aparece na Coleção:Engenharia Aeroespacial



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