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dc.contributor.advisorEscrivão Filho, Antônio Sérgio-
dc.contributor.authorBatista, Maria Vitória Seixas-
dc.identifier.citationBATISTA, Maria Vitória Seixas. A ocupação dos Sem Terra no sistema previdenciário: a experiência do Assentamento Rural Brejo de São José. 2025. 80 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2025.pt_BR
dc.description.abstractDiante da chaga do latifúndio, que provoca a exclusão sistemática de milhares de trabalhadores e trabalhadoras do direito ao trabalho rural, este estudo busca compreender a correlação entre reforma agrária e o acesso à previdência rural. Para tanto, foi feita entrevista presencial coletiva com seis assentados e assentadas que nasceram e cresceram no Assentamento Rural Brejo de São José (BA) e se aposentaram como segurados especiais, destacando a reforma agrária como programa constitucional do trabalho rural e de inclusão previdenciária dos excluídos da terra. Por se tratar de comunidade negra rural marcada por conflito fundiário, entrelaça-se o romance “Torto Arado” e a história de luta pela terra nesse Assentamento para reconstruir parte da memória coletiva de resistência. Em seguida, aborda-se o processo histórico de concentração fundiária no Brasil, os entraves que dificultam a efetivação da função social da propriedade rural e de que maneira a reforma agrária se articula com a valorização do trabalho rural. Na sequência, aponta-se como essa concentração fundiária, além de gerar degradação humana, compromete a materialização dos benefícios previdenciários, especialmente aqueles diversos da aposentadoria por idade, de modo que os trabalhadores e trabalhadoras do Brejo de São José precisaram se apropriar do conflito para materializar direitos fundamentais assegurados constitucionalmente. Ao final, constata-se que a reforma agrária é o caminho mais adequado para cumprir a função social da propriedade rural e viabilizar que os Sem Terra possam ocupar a previdência rural de forma plena.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordReforma agráriapt_BR
dc.subject.keywordPrevidência socialpt_BR
dc.subject.keywordPrevidência ruralpt_BR
dc.subject.keywordTrabalho ruralpt_BR
dc.titleA ocupação dos Sem Terra no sistema previdenciário: a experiência do Assentamento Rural Brejo de São Josépt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-08T18:01:49Z-
dc.date.available2026-01-08T18:01:49Z-
dc.date.submitted2025-11-25-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43227-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
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dc.contributor.advisorcoValente, Érica Fernandes Teixeira-
dc.description.abstract1In the face of the scourge of latifundia, which systematically excludes thousands of rural workers from the right to rural labor, this study seeks to understand the correlation between agrarian reform and access to rural social security. To that end, a collective in-person interview was conducted with six settlers who were born and raised in the Brejo de São José Rural Settlement (BA) and retired as special insured persons, highlighting agrarian reform as a constitutional program for rural labor and for the social-security inclusion of those excluded from the land. Because this is a Black rural community marked by a land conflict, the novel Torto Arado is interwoven with the history of the struggle for land in this Settlement in order to reconstruct part of the collective memory of resistance. The study then addresses the historical process of land concentration in Brazil, the obstacles that hinder the fulfillment of the social function of rural property, and the ways in which agrarian reform aligns with the valorization of rural labor. Next, it is shown how this land concentration, in addition to generating human degradation, undermines the realization of social-security benefits, especially those other than old-age retirement, such that the workers of Brejo de São José had to seize upon the conflict to materialize constitutionally guaranteed fundamental rights. Finally, the study concludes that agrarian reform is the most adequate path to fulfilling the social function of rural property and enabling landless rural workers to fully access rural social security.pt_BR
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