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2025_GabrielArrudaPaiva_tcc.pdf1 MBAdobe PDFver/abrir
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dc.contributor.advisorFarias, Inez Lopes Matos Carneiro de-
dc.contributor.authorPaiva, Gabriel Arruda-
dc.identifier.citationPAIVA, Gabriel Arruda. Autonomia conflitual nos contratos internacionais e seus limites no foro brasileiro. 2025. 80 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste Trabalho de Conclusão de Curso analisa a autonomia da vontade na escolha da lei aplicável — denominada autonomia conflitual — nos contratos internacionais, bem como os limites impostos pelo ordenamento jurídico brasileiro à sua aplicação. Partindo de uma reconstrução histórica que vai das origens estatutárias medievais ao reconhecimento contemporâneo da lex voluntatis, examina-se a trajetória do instituto até sua consolidação na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. Se atendo ao método teórico-dogmático, o estudo realiza uma análise da literatura especializada, da jurisprudência, das leis internas e das convenções internacionais, demonstrando que a autonomia conflitual não apenas se encontra consagrada como princípio do Direito Internacional Privado brasileiro, como também se mostra em franca expansão. Identificam-se, contudo, três principais restrições ao seu exercício: (i) as normas de aplicação imediata, (ii) a ordem pública internacional e (iii) o controle de constitucionalidade da lei estrangeira. Conclui-se que, no paradigma atual, a autonomia conflitual deve constituir a regra e suas limitações, a exceção, aplicáveis de forma proporcional, a fim de harmonizar o Direito Internacional Privado brasileiro com os padrões internacionais contemporâneos.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordContratospt_BR
dc.subject.keywordContratos internacionaispt_BR
dc.subject.keywordAutonomia da vontade (Direito)pt_BR
dc.subject.keywordDireito internacionalpt_BR
dc.subject.keywordDireito internacional privadopt_BR
dc.titleAutonomia conflitual nos contratos internacionais e seus limites no foro brasileiropt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-06T21:13:42Z-
dc.date.available2026-01-06T21:13:42Z-
dc.date.submitted2025-11-26-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43193-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This undergraduate thesis examines the autonomy of will in the choice of the applicable law — known as party autonomy or conflictual autonomy — in international contracts, as well as the limits imposed by the Brazilian legal system on its application. Starting from a historical reconstruction that ranges from medieval statutory origins to the contemporary recognition of the lex voluntatis, the study traces the development of the institute up to its consolidation in the case law of the Superior Court of Justice (Superior Tribunal de Justiça). Using a theoreticaldogmatic method, it analyzes legal scholarship, jurisprudence, domestic legislation, and international conventions to demonstrate that conflictual autonomy is not only enshrined as a principle of Brazilian Private International Law but is also in clear expansion. Nevertheless, three main restrictions to its exercise are identified: (i) overriding mandatory rules, (ii) the international public policy exception, and (iii) the constitutional review of foreign law. It concludes that, within the current paradigm, conflictual autonomy should be treated as the rule and its limitations as exceptions, to be applied proportionally, in order to harmonize Brazilian Private International Law with contemporary international standards.pt_BR
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