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Título: Relações federativas, transversalidade e instrumentos da ação pública no processo de reconstrução do Plano Clima Adaptação
Autor(es): Passador, Maria Valentina Souza
Orientador(es): Cruz, Fernanda Natasha Bravo
Assunto: Mudanças climáticas
Plano Nacional sobre Mudança do Clima
Políticas públicas
Políticas públicas - clima
Data de apresentação: 14-Jul-2025
Data de publicação: 26-Dez-2025
Referência: PASSADOR, Maria Valentina Souza. Relações federativas, transversalidade e instrumentos da ação pública no processo de reconstrução do Plano Clima Adaptação. 2025. 71 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Gestão de Políticas Públicas) – Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumo: Na mitigação das mudanças climáticas, qualquer esforço realizado por indivíduos, cidades, empresas ou países gera benefícios globais, pois a redução das emissões de gases de efeito estufa contribui para a estabilidade climática em escala planetária. A adaptação, por outro lado, trata-se de uma decisão local e seu efeito e alcance são também unicamente locais. Razão pela qual a estrutura das relações federativas são tão fundamentais para a adaptação mútua dos diferentes níveis de governo. No Brasil, a extinção da Secretaria de Mudanças Climáticas e Florestas durante a gestão 2019-2022, aliada ao enfraquecimento de instituições ambientais e científicas, resultou em retrocessos na agenda climática. Diante da urgência de ação e comprometimento governamental em relação à temática climática, o atual governo federal tem avançado na agenda de políticas de adaptação às mudanças do clima, dentre elas, a atualização do Plano Nacional de Mudança Climática. Ao longo do seu processo de formulação, com a participação de governo, sociedade civil e instituições científicas, a palavra “transversalidade” foi recorrente para descrever a rede de atores envolvidos. Previsto para iniciar sua fase de implementação em 2025, o Plano Clima contém as estratégias nacionais de adaptação, e diretrizes para ações locais. Nessa ótica, o presente trabalho busca analisar as relações federativas na atual governança climática, incluindo instrumentos que viabilizem a ação pública transversal e a adaptação multinível. Para tanto, foi realizada uma pesquisa qualitativa, por meio de entrevistas semiestruturadas, pesquisa documental e observação. Os resultados apontam para um mapeamento das interações entre diferentes fóruns, instrumentos e dispositivos de adaptação existentes, os quais evidenciam a presença da transversalidade institucional na atual agenda governamental. No entanto, essa presença ainda se mostra fragilizada pela ausência de coordenação e pela desarticulação entre os atores envolvidos, além da persistência de desafios relacionados à capacitação dos entes locais e à necessidade de maior transparência no processo de formulação das políticas, por parte dos órgãos que integram a governança climática.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas, Departamento de Gestão de Políticas Públicas, 2025.
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