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dc.contributor.advisorChaves, Pablo Holmes-
dc.contributor.authorLudgero, Hudson Macedo Nunes-
dc.identifier.citationLUDGERO, Hudson Macedo Nunes. Arquiteturas eleitorais na América Latina: comparando os modelos institucionais entre o Brasil, Chile e Argentina. 2024. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciência Política) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciência Política, 2024.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo tem como objetivo comparar as instituições e o funcionamento da governança eleitoral no Brasil, Chile e Argentina, com ênfase nos Organismos Eleitorais (OEs) e na atuação da justiça eleitoral em cada país. A análise busca examinar a estrutura, as competências e os desafios dessas instituições, destacando as particularidades de cada sistema. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o principal responsável pela organização e fiscalização das eleições. Sua estrutura centralizada e independente do Executivo assegura a padronização dos processos eleitorais em todo o território nacional. No Chile, o Servicio Electoral (Servel) atua como órgão autônomo responsável por supervisionar todo o ciclo eleitoral, desde o registro de eleitores até a apuração dos votos. Diferente do modelo brasileiro, o Servel opera sob um enfoque descentralizado, com coordenação nacional, mas execução municipal, garantindo agilidade e transparência. Na Argentina, a Cámara Nacional Electoral (CNE) segue um modelo parcialmente descentralizado, concedendo autonomia significativa às províncias na condução de seus pleitos. Essa flexibilidade permite adaptações locais, mas também resulta em disparidades que podem afetar a uniformidade e a eficiência do sistema eleitoral. A comparação entre os três países revela como os Organismos Eleitorais operam em contextos distintos, evidenciando a relevância da independência institucional, da transparência e da capacidade de adaptação para assegurar processos eleitorais íntegros e confiáveis. O estudo recorre a fontes primárias — como legislações e relatórios oficiais — e secundárias — incluindo análises acadêmicas — para apresentar uma visão abrangente do papel dessas instituições na consolidação democrática na América Latina.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordAmérica Latinapt_BR
dc.subject.keywordDemocraciapt_BR
dc.subject.keywordEleiçõespt_BR
dc.titleArquiteturas eleitorais na América Latina : comparando os modelos institucionais entre o Brasil, Chile e Argentinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2025-12-10T15:21:13Z-
dc.date.available2025-12-10T15:21:13Z-
dc.date.submitted2025-03-14-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/42798-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
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dc.description.abstract1This study aims to compare the institutions and functioning of electoral governance in Brazil, Chile, and Argentina, with a focus on Electoral Management Bodies (EMBs) and the role of electoral justice in each country. The analysis examines the structure, competencies, and challenges of these institutions, highlighting the unique features of each system. In Brazil, the Supreme Electoral Court (TSE) is the primary body responsible for organizing and overseeing elections. Its centralized and Executive-independent structure ensures standardized electoral processes across the national territory. In Chile, the Electoral Service (Servel) operates as an autonomous agency tasked with supervising the entire electoral cycle, from voter registration to vote counting. Unlike the Brazilian model, Servel follows a decentralized approach, with national coordination but municipal execution, ensuring agility and transparency. In Argentina, the National Electoral Chamber (CNE) adopts a partially decentralized model, granting significant autonomy to provinces in managing their elections. While this flexibility allows for local adaptations, it also leads to disparities that may affect the uniformity and efficiency of the electoral system. The comparison among the three countries reveals how Electoral Management Bodies operate in distinct contexts, underscoring the importance of institutional independence, transparency, and adaptability to ensure fair and reliable electoral processes. The study draws on primary sources—such as electoral laws and official reports—and secondary sources, including academic analyses, to provide a comprehensive perspective on the role of these institutions in strengthening democracy in Latin America.pt_BR
Aparece na Coleção:Ciência Política - Graduação



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