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Título: Semiologia do poder e a egrégora constitucional
Autor(es): Cabral, Tomás de Almeida Maciel
Orientador(es): Neves, Marcelo da Costa Pinto
Assunto: Semiótica
Hermenêutica (Direito)
Constitucionalismo
Filosofia do direito
Data de apresentação: 18-Jul-2025
Data de publicação: 21-Out-2025
Referência: CABRAL, Tomás de Almeida Maciel. semiologia do poder e a egrégora constitucional. 2025. 60 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumo: Este trabalho propõe uma leitura crítica da Constituição sob a ótica da semiótica e da semiologia do poder, analisando o texto constitucional como um signo estrutural com densidade simbólica e função performativa. Ao integrar autores clássicos e contemporâneos — como Aristóteles, Tomás de Aquino, João Poinsot, Peirce, Saussure, Greimas, Barthes, Warat, Luhmann e Deely —, a pesquisa investiga os mecanismos simbólicos que sustentam a legitimidade jurídica e sua eficácia social. A Constituição é interpretada como signo-axial e egrégora simbólica: um artefato mitológico que funda o ordenamento e simultaneamente oculta, através de estereótipos e mitos naturalizados, as disputas e exclusões que perpetua. A partir da Semiologia do Poder, expõe-se como o direito performa promessas semânticas desvinculadas de sua efetividade, gerando uma constitucionalização simbólica sustentada por crença e não por realização material.
Abstract: This study proposes a critical reading of the Constitution through the lens of semiotics and the semiology of power, analyzing the constitutional text as a structural sign endowed with symbolic density and performative function. By integrating classical and contemporary authors — such as Aristotle, Thomas Aquinas, John Poinsot, Peirce, Saussure, Greimas, Barthes, Warat, Luhmann, and Deely — the research investigates the symbolic mechanisms that sustain legal legitimacy and its social efficacy. The Constitution is interpreted as both an axial sign and a symbolic egregore: a mythological artifact that founds the legal order while simultaneously concealing, through naturalized stereotypes and myths, the very disputes and exclusions it perpetuates. From the perspective of the Semiology of Power, the study exposes how law performs semantic promises disconnected from material effectiveness, generating a symbolic constitutionalism upheld by belief rather than realization.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2025.
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