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dc.contributor.advisorDuarte, Evandro Charles Piza-
dc.contributor.authorMartins Filho, Luiz Eduardo Seixas-
dc.identifier.citationMARTINS FILHO, Luiz Eduardo Seixas. Uma análise interdisciplinar do testemunho de ouvir dizer na fase de pronúncia: validade, valorização, utilização e impacto do testemunho de ouvir dizer na fase de pronúncia. 2025. 70 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho analisa o testemunho de ouvir dizer sob lentes multidisciplinares e seu impacto no processo penal brasileiro. Especialmente no procedimento do júri, a visão neurocientífica demonstra que o testemunho de ouvir dizer é demasiado precário, de um ponto de vista de retenção de dados, para ser prova no processo penal. O tópico ainda é muito debatido por doutrinadores e há diversos argumentos tanto para a validade do testemunho de ouvir dizer na pronúncia quanto para sua precariedade. A jurisprudência consolidada no STJ é de que o testemunho de ouvir dizer não pode ser utilizado como único ou principal meio de prova para a decisão de pronúncia e a pesquisa realizada demonstra que esse entendimento encontra resistências em diversos juízos, que insistem em aceitar a utilização do testemunho indireto como único meio probante, o que acaba por ser mantido em alguns tribunais de segunda instância", gerando volume de processo no STJ sobre matéria pacífica. Evidência disso é que cerca de 10% dos processos tomados como amostra continham utilização inadequada do testemunho de ouvir dizer.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordMemóriapt_BR
dc.subject.keywordProcesso penalpt_BR
dc.subject.keywordTestemunhopt_BR
dc.subject.keywordTestemunhas (Direito)pt_BR
dc.titleUma análise interdisciplinar do testemunho de ouvir dizer na fase de pronúncia : validade, valorização, utilização e impacto do testemunho de ouvir dizer na fase de pronúnciapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2025-10-16T11:35:08Z-
dc.date.available2025-10-16T11:35:08Z-
dc.date.submitted2025-07-16-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/41938-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
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dc.contributor.advisorcoKalkmann, Tiago-
dc.description.abstract1This paper analyzes hearsay testimony through a multidisciplinary lens, examining its impact on the Brazilian criminal process, especially in jury proceedings. A neuroscientific perspective demonstrates that hearsay testimony is too precarious, from a data retention standpoint, to serve as evidence in criminal proceedings. This topic is still widely debated by legal scholars, with various arguments for both the validity and the precariousness of hearsay testimony in the decision to send a case to trial ("pronúncia"). The consolidated jurisprudence of the Superior Court of Justice (STJ) holds that hearsay testimony cannot be used as the sole or primary means of evidence for a "pronúncia" decision. The research conducted shows that this understanding faces resistance in several courts, which insist on accepting the use of indirect testimony as the sole means of proof. This often leads to such decisions being upheld in some second-instance courts, generating a volume of cases in the STJ concerning a settled matter. Evidence of this is that approximately 10% of the sampled cases contained improper use of hearsay testimony.pt_BR
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