Utilize este link para identificar ou citar este item: https://bdm.unb.br/handle/10483/41902
Arquivos neste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2025_CesarPinheiroDeSousa_tcc.pdf588,37 kBAdobe PDFver/abrir
Registro completo
Campo Dublin CoreValorLíngua
dc.contributor.advisorTheodoro Filho, Wilson Roberto-
dc.contributor.authorSousa, César Pinheiro de-
dc.identifier.citationSOUSA, César Pinheiro de. O futuro distópico do mundo do trabalho: uma análise acerca dos impactos da criação da categoria do “trabalhador autônomo por plataforma”, contida no PLP 12/24. 2025. 73 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente monografia analisa criticamente o Projeto de Lei Complementar 12/24, que visa institucionalizar a figura do “trabalhador autônomo por plataforma”, argumentando que esta medida representa um novo capítulo da luta de classes no Brasil. Sob a ótica da Teoria Marxista da Dependência, do Materialismo Histórico-Dialético e da reestruturação produtiva, a pesquisa sustenta que o PLP 12/24 funciona como um mecanismo para legalizar e aprofundar a precarização, negando o vínculo empregatício e esvaziando direitos históricos consolidados. O trabalho inicia desconstruindo os mitos ideológicos que naturalizam a exploração, como a ideia de uma "natureza humana" egoísta, para em seguida contextualizar o avanço da uberização na reestruturação produtiva neoliberal e na inserção subordinada do Brasil na economia global, marcada pela superexploração da força de trabalho. Ao analisar o projeto de lei como uma ofensiva do capital contra as conquistas trabalhistas, a investigação aponta para uma contradição central, a intensificação da exploração, da fragmentação dos trabalhadores e da vigilância algorítmica, que aprofunda um horizonte distópico, impulsiona o surgimento de novas formas de organização e resistência dos trabalhadores. Movimentos como o Breque dos Apps demonstram uma práxis inovadora que se apropria das tecnologias digitais para a luta coletiva, desafiando os limites do sindicalismo tradicional e apontando para a necessidade de um projeto político mais amplo de emancipação.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordDireitos trabalhistaspt_BR
dc.subject.keywordPlataformas digitaispt_BR
dc.subject.keywordTrabalho - precarizaçãopt_BR
dc.titleO futuro distópico do mundo do trabalho : uma análise acerca dos impactos da criação da categoria do “trabalhador autônomo por plataforma”, contida no PLP 12/24pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2025-10-13T11:56:22Z-
dc.date.available2025-10-13T11:56:22Z-
dc.date.submitted2025-07-15-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/41902-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This monograph critically analyzes Complementary Law Project 12/24, which aims to institutionalize the figure of the “autonomous platform worker,” arguing that this measure represents a new chapter in the class struggle in Brazil. From the perspective of Marxist Dependency Theory, Historical-Dialectical Materialism, and productive restructuring, the research maintains that PLP 12/24 functions as a mechanism to legalize and deepen precarity, denying the employment relationship and eroding consolidated historical rights. The work begins by deconstructing the ideological myths that naturalize exploitation, such as the idea of a selfish "human nature," to then contextualize the advance of uberization within the neoliberal productive restructuring and Brazil's subordinate insertion into the global economy, marked by the superexploitation of the labor force. By analyzing the bill as an offensive by capital against labor achievements, the investigation points to a central contradiction: the intensification of exploitation, worker fragmentation, and algorithmic surveillance, which deepens a dystopian horizon, drives the emergence of new forms of worker organization and resistance. Movements like the "Breque dos Apps" (App Strike) demonstrate an innovative praxis that appropriates digital technologies for collective struggle, challenging the limits of traditional trade unionism and pointing to the need for a broader political project of emancipation.pt_BR
Aparece na Coleção:Direito



Todos os itens na BDM estão protegidos por copyright. Todos os direitos reservados.