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Título: As Práticas Integrativas em Saúde : sua inserção no ensino, na gestão e na atenção
Autor(es): Souza, Ayla Caroline Jardim Rosa de
Orientador(es): Vieira, Ana Beatriz Duarte
Coorientador(es): Moura, Leides Barroso de Azevedo
Assunto: Práticas Integrativas e Complementares (Saúde)
Promoção da saúde
Cuidados de saúde
Data de apresentação: 25-Jun-2018
Data de publicação: 6-Mar-2020
Referência: SOUZA, Ayla Caroline Jardim Rosa de. As Práticas Integrativas em Saúde: sua inserção no ensino, na gestão e na atenção. 2018. 46 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: Introdução: As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) são consideradas terapêuticas de promoção da saúde, prevenção de agravos, método para diagnóstico, tratamento e recuperação da saúde, tendo comprovações de seus benefícios por metodologias científicas contemporâneas (PDPIS, 2014). Buscou-se analisar a inserção das PICS nos eixos do ensino, da gestão e da atenção/serviço em saúde registradas em publicações brasileiras. Metodologia: Trata-se um estudo de abordagem qualitativa para identificação de produções acerca da temática das PICS. Adotou-se a revisão integrativa da literatura. A busca dos artigos científicos foi realizada na base de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) por intermédio da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Para acesso às informações foi utilizado o descritor “Terapias Complementares”, por ser o único existente nos Descritores em Ciências da Saúde” (DeCS). Foram inseridos os descritores concatenados: Terapias Complementares AND ensino, Terapias complementares AND gestão, Terapias Complementares AND serviço e Terapias Complementares AND atenção. A busca foi realizada durante o mês de novembro de 2017 e foram utilizados como critérios de seleção apenas artigos nacionais, publicados entre os anos de 2000 a 2017. Resultados: Foram encontrados ao total 4.744 artigos. Aplicados os critérios de inclusão o número foi reduzido a 139 artigos e com o uso dos critérios de exclusão foram selecionados para análise 28 artigos, contemplando os três eixos a serem discutidos: ensino, gestão, serviço/atenção. Discussão: Para a análise dos dados optou-se pela análise temática categorizada pela dimensão dos três eixos. A partir dessa análise foram elaboradas 3 categorias de abordagem: “Ofertas de disciplinas em cursos de graduação ou especialização”; “Institucionalização das PICS nos cenários e atenção à saúde” e “A pluralização terapêutica das PICS e sua inserção nos serviços do SUS”. No eixo do ensino, foram encontrados 14 artigos, onde os resultados apontaram que o número de instituições de ensino superior no país, que oferecem essas disciplinas ainda é escasso. Isso revela lacuna no conhecimento do profissional de saúde acerca das PICS, dificultando aos profissionais a ensinarem e praticarem essas modalidades frente ao modelo de atenção à saúde. Em relação à gestão, foram analisados 6 artigos, que mostraram baixa inserção da maioria dos gestores em relação à institucionalização das PICS deixando de incentivar a utilização dessas terapêuticas nos diferentes cenários do SUS. Já em relação ao serviço/atenção, a análise foi referente a 8 estudos, onde foram descritos diversos benefícios proporcionados pelas diferentes modalidades das PICS, além de estimularem o exercício da autonomia, o protagonismo e a corresponsabilidade dos atores envolvidos. Conclusão: É possível notar crescente interesse no reconhecimento e implantação as PICS no sistema de saúde brasileiro. Espera-se que este estudo colabore sobre a necessidade de produção e divulgação do conhecimento relacionados as PICS como uma cultura de atenção à saúde tendo o envolvimento na formação, gestão e serviços consolidando-se como uma terapêutica de promoção de saúde e estratégia para melhoria da qualidade de vida dos usuários do SUS.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Enfermagem, 2018.
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