Utilize este link para identificar ou citar este item: https://bdm.unb.br/handle/10483/2145
Arquivos neste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2011_LuziadeOliveiraBarros.pdf480,57 kBAdobe PDFver/abrir
Título: Inclusão de alunos com Síndrome de Down : um estudo na rede regular de ensino de Ipatinga – MG
Autor(es): Barros, Luzia de Oliveira
Orientador(es): Oliveira, Rosania Aparecida Stoco de
Assunto: Deficientes mentais
Down, Síndrome de
Deficientes mentais - educação
Educação inclusiva
Data de apresentação: 30-Abr-2011
Data de publicação: 16-Nov-2011
Referência: BARROS, Luzia de Oliveira. Inclusão de alunos com Síndrome de Down: um estudo na rede regular de ensino de Ipatinga–MG. 2011. 71 f. Monografia (Especialização em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar)—Universidade de Brasília, Universidade Aberta do Brasil, Brasília, 2011.
Resumo: Este trabalho abordou o tema inclusão de alunos com Síndrome de Down com o objetivo de estudar a inclusão de alunos com Síndrome de Down em uma escola da Rede Municipal de Ensino em Ipatinga – MG. Tendo em vista a importância do tema e a necessidade em saber lidar com a diversidade na escola é que se propôs uma pesquisa qualitativa descritiva e em segundo plano, quantitativa, para identificar o que pensam os professores que trabalham nesta escola sobre a inclusão de alunos com Síndrome de Down. Investigou-se as metodologias e estratégias de ensino, os aspectos facilitadores e dificultadores encontrados pelos professores e sobre a importância da parceria escola-família na inclusão de crianças com Síndrome de Down. Para embasamento teórico fez-se estudo de vários autores dentre eles Stray-Gundersen (2007), Coll, Marchesi e Palácios (2004), Silva e Dessen, (2002), Kelman (2010) e Maciel e Raposo (2010), entre outros. Utilizou-se um questionário, com perguntas objetivas e subjetivas, respondido por 10 (dez) professores. Os dados coletados foram consolidados e analisados a partir do diálogo com os autores. Após consolidar os dados foi possível conhecer o perfil dos professores que trabalham com alunos SD, que em sua maioria tem mais de 41 anos, atuam entre 6 a 20 anos na escola e na educação, trabalham 40 horas semanais, tem curso superior e especialização. Esses professores entendem que a inclusão só será possível quando a escola estiver adaptada e com profissionais capacitados, consideram-na muito importante porque contribui com a socialização que facilita a aprendizagem. A maioria dos pesquisados consideram ser possível alfabetizar a criança com Síndrome de Down desde que a escola tenha condições necessárias, dê suporte pedagógico e seja adaptada, respeite o tempo da criança e suas limitações. Utilizam a metodologia interacionista porque é a mais adequada para esse tipo de criança e várias estratégias como atividades concretas e lúdicas, atividades em grupo, acompanhamento de colegas, jogos e brincadeiras, softwares e apoio pedagógico de um professor. Percebeu-se também a necessidade de capacitação dos professores e o investimento na valorização dos profissionais da educação, bem como a adaptação da estrutura física da escola. Concluiu-se que a família deve participar de perto da vida escolar da criança, trocando informações e experiências ajudando no direcionamento dos trabalhos visto que o diálogo com a família trás grandes benefícios ao desenvolvimento da criança.
Informações adicionais: Monografia (especialização)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento, Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde, 2011. Curso de Especialização a Distância em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar.
Aparece na Coleção:Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar



Este item está licenciado na Licença Creative Commons Creative Commons