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Título: Educação inclusiva ou exclusiva : reflexões sobre uma prática educativa que respeite às diferenças
Autor(es): Andrade, Franciene Soares Barbosa de
Orientador(es): Silva, Geane de Jesus
Assunto: Inclusão escolar
Educação inclusiva
Aprendizagem
Políticas educacionais
Data de apresentação: 16-Abr-2011
Data de publicação: 12-Abr-2012
Referência: ANDRADE, Franciene Soares Barbosa de. Educação inclusiva ou exclusiva: reflexões sobre uma prática educativa que respeite às diferenças. 2011. ix, 68 f. Trabalho de conclusão de curso (Especialização em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar)—Universidade de Brasília, Universidade Aberta do Brasil, Brasília, 2011.
Resumo: A presente pesquisa pretende compreender como a escola inclusiva atua frente à necessidade de atender e oferecer uma prática educativa que respeite as diferenças, visando favorecer o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais. Por isso, o tema Educação inclusiva ou exclusiva: reflexões sobre uma prática educativa que respeite às diferenças. Para tanto, adota como metodologia de pesquisa a abordagem qualitativa, por meio da analise documental, entrevista semi-estruturada e observação não-estruturada com o corpo docente, gestores e organização pedagógica da Escola Classe de Taguatinga Norte-DF. Como pressuposto teórico baseia-se na abordagem sócio-histórico-cultural, e de teóricos, como Vygotsky, Mendes, Kelman, Maciel, Raposo e Minayo, além dos documentos normativos. Como resultado de pesquisa, observou-se que a padronização da aprendizagem deve ser desconstruída em favor da igualdade de oportunidades, e, na contestação da homogeneidade, independente do como se aprende ocorra a aprendizagem e desenvolvimento do aluno. Em relação aos tratamentos especiais estigmatizados e preconceituosos para com ANEE‟s foi evidenciado na pesquisa a importância de distinguir o “tratamento” do “respeito”, pois a escola deve reconhecer e valorizar a existência das diferenças e em vez de tratar. Sobre as práticas e concepções que não tenham preconceitos com as diferenças há uma maior otimização da aprendizagem quando as limitações biológicas não são vistas como determinantes para o não desenvolvimento biopsicosocial dos ANEEs. Quanto às principais diferenças entre práticas educativas inclusivas e não-inclusivas percebe-se que quando a escola busca um respeito maior com as diferenças, realiza um trabalho diversificado em grupo e incentiva a socialização dos ANEEs, há uma diminuição dos tratamentos especiais estigmatizados e preconceituosos que comprometem o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. Em relação à qualidade da política de inclusão, a comunidade escolar precisa participar mais das mudanças das políticas educacionais, para uma aprendizagem mais contextualizada e significativa para todos, além de elaborar um PPP para realidade de uma Escola inclusiva.
Informações adicionais: Trabalho de conclusão de curso (especialização)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento, Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde, 2011. Curso de Especialização a Distância em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar.
Aparece na Coleção:Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar



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