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Título: Chá verde e recuperação pós-exercício : revisão sistemática
Autor(es): Serpa, Filipe Torres
Orientador(es): Reis, Caio Eduardo Gonçalves
Assunto: Exercícios físicos
Atletas - nutrição
Chá verde
Data de apresentação: 2016
Data de publicação: 3-Abr-2017
Referência: SERPA, Filipe Torres. Chá verde e recuperação pós-exercício: revisão sistemática. 2016. [27] f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Nutrição)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
Resumo: Introdução: Durante a prática de exercícios físicos há um aumento na demanda metabólica e consequentemente maior produção de espécies reativas de oxigênio (ERO). Tais alterações fisiológicas podem causar efeitos deletérios ao organismo, que são associados a uma elevação exacerbada do estresse oxidativo. Estratégias dietéticas são utilizadas para combater essas alterações e para melhorar a recuperação pós-exercício. Dentre elas, encontra-se o aumento da ingestão de antioxidantes, sendo o chá verde um alimento rico nesses compostos. O presente trabalho teve como objetivo revisar sistematicamente a literatura sobre os efeitos do consumo do chá verde na recuperação pós-exercício em humanos saudáveis. Metodologia: A revisão da literatura foi sistematizada de acordo com o protocolo Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-analyses PRISMA. Foram utilizadas três bases de dados (Pubmed, Web of Science e Scopus) em busca de artigos clínicos com humanos saudáveis, publicados até novembro de 2016. A seleção ocorreu de acordo com critérios de inclusão e exclusão previamente definidos, nas seguintes etapas: leitura dos títulos, análise dos resumos e posteriormente todo o estudo. Os estudos que apresentassem análises de marcadores de recuperação pós-exercício com a ingestão de chá verde e teste físico foram selecionados para compor a revisão. Todos os artigos tiveram sua metodologia avaliada de acordo com o escore de Jadad. Resultados: Foram selecionados nove artigos para compor a revisão. Desses, um de boa qualidade, três de baixa qualidade e cinco de má qualidade. No geral, os estudos avaliaram marcadores de estresse oxidativo e dano muscular. O consumo agudo de chá verde aparenta não ser capaz de melhorar as respostas ao estresse oxidativo e ao dano muscular. Já em períodos mais longos de suplementação (1 – 4 semanas) houve resultados significativos. Ao avaliar os efeitos da suplementação de chá verde em indivíduos treinados (musculação, ciclismo e corrida) ocorreu redução dos marcadores de estresse oxidativo e dano muscular no período de uma hora após o exercício. Por outro lado, estudos realizados com indivíduos inativos não tiveram resultados significativos. Conclusão: Os resultados sugerem um possível benefício da suplementação crônica de chá verde na modulação do estresse oxidativo e dano muscular pós-exercício em atletas. Entretanto, observa-se a necessidade de mais estudos com metodologia apropriada para melhor estudar esse tema devido à fragilidade dos poucos estudos analisados.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2016.
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