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Título: Liberdade prática e autonomia da vontade na fundamentação da metafísica dos costumes de Kant
Autor(es): Holanda, Isabella Oliveira
Orientador(es): Hahn, Alexandre
Assunto: Autonomia
Liberdade
Kant, Immanuel, 1724-1804
Data de apresentação: 2015
Data de publicação: 15-Mar-2016
Referência: HOLANDA, Isabella Oliveira. Liberdade prática e autonomia da vontade na fundamentação da metafísica dos costumes de Kant. 2015. 46 f. Monografia (Bacharelado)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: Esta trabalho visa fornecer a relação entre a liberdade prática e a autonomia da vontade na Fundamentação da Metafísica dos Costumes, de Immanuel Kant. Para realizar este intento, será necessário recorrer ao conceito de liberdade transcendental da Crítica da Razão Pura, para mostrar que a possibilidade lógica da liberdade transcendental permite que se possa pensar a liberdade em um sentido prático. A partir da formulação racional da lei moral pelo ser racional finito e a sua consecutiva possibilidade de realização, Kant formula o conceito de autonomia da vontade como a capacidade do ser racional finito de representar a lei moral, na função de legislador, ao mesmo tempo em que pode aplicar a norma a si mesmo na função de executor da lei moral. Kant mostra que a autonomia e a liberdade prática mantém uma relação de interdependência mútua, qual seja, a lei moral não é possível de ser formulada sem a pressuposição da liberdade, tampouco, a liberdade só pode ser vislumbrada na realização da própria lei moral, ou seja, seres racionais finitos são livres na medida em que realizam essa liberdade mediante a lei moral. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT
The aim of this thesis is to discuss the relationship between the practical freedom and the autonomy of the will in Kant's Groundwork of Metaphysics of Morals. To accomplish this, we shall approach the concept of transcendental freedom in the Critique of Pure Reason to show that the logical possibility of transcendental freedom allows us to consider freedom in a practical sense. With the rational finite beings rational formulation of the moral law and its consecutive possibility of realization, Kant formulates the concept of autonomy of the will as the capacity of the finite rational being of representing the moral law, functioning as the legislator, at the same time in which it may apply the law to himself, functioning as the executive of the moral law. Kant shows that the autonomy and the practical freedom maintain a relationship of mutual dependence. The moral law can only occur in the realization of the moral law. In other words, rational finite beings are free since they do realize their freedom in virtue of the moral law.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2015.
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