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Título: Avaliação preliminar do sistema de vigilância epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Autor(es): Trindade, Josélia de Souza
Orientador(es): Pinto Júnior, Vitor Laerte
Assunto: Vigilância epidemiológica
Saúde pública - avaliação
Saúde coletiva
Data de apresentação: 2014
Data de publicação: 4-Set-2014
Referência: TRINDADE, Josélia de Souza. Avaliação preliminar do sistema de vigilância epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. 2014. [16] f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Gestão em Saúde Coletiva)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.
Resumo: A vigilância epidemiológica tem entre seus objetivos o fornecimento de informações para a execução de ações para controle de doenças e agravos. Para o seu cumprimento é fundamental que o sistema de vigilância seja sistemático, oportuno, simples e corretamente alimentado para produzir dados com maior qualidade. Realizou-se um estudo descritivo e observacional do Sistema de Vigilância Epidemiológica do Distrito Federal, por meio de análise da documentação institucional sobre a vigilância epidemiológica, entrevistas com questionário semi-estruturado e um levantamento das doenças e agravos de notificação por meio do Sistema Nacional de Notificação de Agravos no período de 2009 a 2012. O Sistema de Vigilância Epidemiológica do Distrito Federal é organizado com foco no agravo, isso é, cada gerência e seus núcleos subordinados são direcionados para a vigilância e o monitoramento de agravos selecionados e considerados de importância para a Saúde Pública, e encontra-se gerido pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), órgão vinculado a Subsecretaria de Vigilância em Saúde. No nível central a DIVEP é dividida em oito gerências, onde cada uma se divide em núcleos, que são os responsáveis por planejar e executar as ações de Vigilância Epidemiológica. Em relação às doenças e agravos analisados no período de 2009 a 2012 no SINAN, as doenças não transmissíveis apresentaram maiores registros, sendo que, dentre as mesmas, registrou-se a maior ocorrência das doenças do aparelho respiratório. Com relação ao grupo de doenças infecciosas, a dengue, atingiu 58,56% (n= 22.133) das notificações, seguido por doenças diarreicas agudas (18,96%) e hepatites (6,54%). No mesmo período, a principal causa de notificação de causas externas foram os acidentes de trânsito, com 59,17% (n=11.791).
Informações adicionais: Trabalho de conclusão de curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Saúde Coletiva, 2014.
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