Utilize este link para identificar ou citar este item: https://bdm.unb.br/handle/10483/6118
Arquivos neste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2013_JessicaSilvaAlves.pdf424,09 kBAdobe PDFver/abrir
Título: Percepção masculina sobre autocuidado após infarto agudo do miocárdio
Autor(es): Alves, Jéssica da Silva
Orientador(es): Angulo-Tuesta, Antonia de Jesús
Assunto: Homens - saúde
Infarto do miocárdio
Masculinidade
Data de apresentação: 15-Jul-2013
Data de publicação: 24-Set-2013
Referência: ALVES, Jéssica da Silva. Percepção masculina sobre autocuidado após infarto agudo do miocárdio. 2013. 50 f., il. Monografia (Bacharelado em Saúde Coletiva)—Universidade de Brasília, Ceilândia, 2013.
Resumo: O estudo mostra uma visão geral sobre a saúde do homem, questões de masculinidade e vulnerabilidade, com o objetivo de compreender como a percepção de masculinidade influencia no autocuidado após um infarto agudo do miocárdio nos homens entrevistados. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com entrevistas semiestruturadas com ênfase nas mudanças das práticas de saúde antes e depois do infarto, as percepções sobre autocuidado, autonomia e masculinidade. A análise das entrevistas foi a partir do método de análise do conteúdo que possibilitou a identificação de questões culturais construídas socialmente que, por vezes, impedem os homens de cuidar de sua saúde e procurar os serviços de saúde. Foram entrevistados oito homens que tiveram infarto agudo de miocárdio identificados na área de abrangência do Centro de Saúde nº 4 de Ceilândia-DF. As falas, em geral, demonstram que os homens após o infarto mudaram hábitos do cotidiano, na vida profissional, na alimentação, nas atividades físicas, no lazer, na autonomia, na saúde sexual atribuídas ao gênero masculino. Mas estas mudanças não foram decisivas para que os mesmos percebessem a necessidade de reorientar questões relacionadas ao comportamento, pois entendiam que não era preciso mudar mais. Chama a atenção o fato dos entrevistados nas suas falas não estabelecerem relações entre o infarto com os fatores de risco e os modos de vida dos homens que contribuem com o aparecimento de doenças graves, como por exemplo, a não procura por serviços para prevenção, a visão de gênero que o homem é o sexo forte, o uso de álcool e cigarro, o sentimento de ser o único responsável pela manutenção da família e o sedentarismo.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Curso de Graduação em Saúde Coletiva, 2013.
Aparece na Coleção:Saúde Coletiva



Este item está licenciado na Licença Creative Commons Creative Commons