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Título: Resposta da cultura da soja a diferentes arranjos espaciais
Autor(es): Baron, Eduardo Brito
Orientador(es): Fagioli, Marcelo
Assunto: Soja - plantio
Produtividade agrícola
Erva daninha
Data de apresentação: 17-Jul-2013
Data de publicação: 10-Set-2013
Referência: BARON, Eduardo Brito. Resposta da cultura da soja a diferentes arranjos espaciais. 2013. [37] f., il. Monografia (Bacharelado em Agronomia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2013.
Resumo: A soja é a cultura que mais cresceu no Brasil na últimas três décadas, isso se deve ao desenvolvimento de novas tecnologias e à necessidade de aumentar a produção devido ao crescimento populacional contínuo. Os pesquisadores estão focando na biotecnologia, no melhoramento genético e nas tecnologias de produção. O objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta da cultivar de soja precoce P 97R21 quanto ao manejo de plantas daninhas, às características agronômicas e à produtividade em três arranjos de espaçamentos entre linhas. O experimento foi realizado na Fazenda Itatiaia, no município de Cabeceiras, no estado de Goiás no período de 19/11/2012 a 01/04/2013. Testou-se a cultivar precoce P 97R21 em três diferentes arranjos em quatro repetições. 2Cada repetição consistiu de uma área de 360 m e os tratamentos realizados foram os seguintes: Tratamento 1 – espaçamento de 30 cm entre linhas; Tratamento 2 – espaçamento com linhas duplas de 30 x 60 cm e Tratamento 3 – espaçamento de 70 cm entre linhas. As características avaliadas em campo foram: a competição interespecífica entre plantas de soja e plantas daninhas, o peso de 100 grãos, a população por área e o rendimento de grãos por parcela. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, com médias comparadas pelo teste de Tukey a 5%. Os resultados não apresentaram uma diferença significativa no rendimento da cultura. O espaçamento de 70 cm apresentou um maior peso de grãos, mas um controle de plantas daninhas ruim. O espaçamento de 30 cm apresentou a maior população final de plantas e um ótimo controle cultural de plantas daninhas. A linha dupla de 30 x 60 cm se comportou de forma intermediária aos outros tratamentos, mostrando ser uma boa opção, devendo ser mais regular no decorrer dos anos. Com os resultados obtidos pode-se destacar a uniformidade e o controle das plantas daninhas nos espaçamentos entre linhas reduzidos.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2013.
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