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dc.contributor.advisorLunguinho, Marcus Vinícius da Silva-
dc.contributor.authorMiranda, Alexsander Ferreira dos Santos-
dc.identifier.citationMIRANDA, Alexsander Ferreira dos Santos. Incoerência na correspondência oficial do Poder Executivo Federal: a impessoalidade indiscriminada e a pluralidade de emissores. 2025. 33 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras Português) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEsta monografia analisa a redação oficial no âmbito do Poder Executivo Federal, com foco específico nos expedientes "ofício" e "despacho". O estudo tem como objetivo investigar as incoerências textuais sintáticas e semânticas decorrentes da má interpretação do princípio constitucional da impessoalidade, fenômeno que frequentemente resulta em uma pluralidade de emissores dentro de um mesmo documento. A partir da análise de expedientes reais extraídos do sistema SEI! do Ministério da Justiça e Segurança Pública, fundamentada nos Manuais de Redação da Presidência da República e da Câmara dos Deputados, além de bibliografia especializada, o trabalho demonstra que a busca indiscriminada por impessoalidade sintática compromete a coesão e a clareza da mensagem. Observamos que a variação injustificada de sujeitos, alternando entre a primeira pessoa do singular, sujeito indeterminado e a primeira pessoa do plural (plural de modéstia) em um único texto, gera quebras na uniformidade enunciativa. Concluímos que não se deve confundir a impessoalidade administrativa com a impessoalidade verbal; o agente público pode utilizar a primeira pessoa, desde que atue dentro de suas prerrogativas institucionais. O trabalho evidencia, por fim, a importância de seguir os Manuais de Redação e a necessidade de inclusão de revisores de texto na Administração Pública para evitar ruídos na comunicação governamental.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordRedação oficialpt_BR
dc.subject.keywordGêneros textuaispt_BR
dc.titleIncoerência na correspondência oficial do Poder Executivo Federal : a impessoalidade indiscriminada e a pluralidade de emissorespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2026-05-07T14:22:41Z-
dc.date.available2026-05-07T14:22:41Z-
dc.date.submitted2025-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/44267-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This monograph analyzes official correspondence within the Federal Executive Branch, focusing specifically on the documents "ofício" (official letter) and "despacho" (dispatch). The study aims to investigate syntactic and semantic textual inconsistencies arising from the misinterpretation of the constitutional principle of impersonality, a phenomenon that frequently results in a plurality of senders within the same document. Based on the analysis of real documents extracted from the SEI! system of the Ministry of Justice and Public Security, grounded in the Drafting Manuals of the Presidency of the Republic and the Chamber of Deputies, as well as specialized literature, the work demonstrates that the indiscriminate pursuit of syntactic impersonality compromises the cohesion and clarity of the message. It was observed that the unjustified variation of subjects, alternating between the first-person singular, indeterminate subject, and the first-person plural (plural of modesty) in a single text, creates breaks in enunciative uniformity. The research concludes that administrative impersonality should not be confused with verbal impersonality; a public agent may use the first person, provided they act within their institutional prerogatives. Finally, the study highlights the importance of following Drafting Manuals and the need to include text proofreaders in Public Administration to prevent noise in governmental communication.pt_BR
Aparece na Coleção:Letras - Português



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