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dc.contributor.advisorTorres, Mateus Gamba-
dc.contributor.authorBrandão, Paula Luiza Ferreira-
dc.identifier.citationBRANDÃO, Paula Luiza Ferreira. O corpo feminino como campo de tortura: a violência de gênero durante a ditadura civil-militar (1964-1985) à luz do testemunho de Amélia Teles. 2025. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História) – Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO presente artigo analisa o arcabouço jurídico que permeou a Ditadura Civil-Militar (19641985), de modo a compreender como o Estado de exceção viabilizou o uso da violência através dos instrumentos jurídicos brasileiros. Nesse contexto, sob as lentes da militante Amélia Teles, analisa-se como os testemunhos das mulheres que sofreram violência de gênero são importantes para compreender os suplícios sofridos. Relatos estes que, por tanto tempo, foram silenciados não só durante a repressão como após a redemocratização. Sabe-se que esse é um período marcado por extrema violência, mas, ao analisar os relatos de “Amelinha”, observou-se que os agressores contestavam o local das mulheres, por terem entendimento de que o lugar delas estava limitado apenas à submissão, assim, eram reprimidas por não estarem enquadradas nos moldes de feminilidade definidos pelo imaginário patriarcal. O relato das vítimas que passaram por esses eventos traumáticos demonstra como a desigualdade de gênero era utilizada para torturá-las ainda mais. Esse processo de escuta que torna possível compreender a experiência histórica das mulheres e a luta que possuem pela justiça. É nesse ponto que o campo historiográfico surge como um aliado no que tange à produção de memória, fomentando assim a justiça simbólica possível às vítimas.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordDitadura militarpt_BR
dc.subject.keywordJustiça de transiçãopt_BR
dc.subject.keywordViolência de gêneropt_BR
dc.subject.keywordMulherespt_BR
dc.titleO corpo feminino como campo de tortura: a violência de gênero durante a ditadura civil-militar (1964-1985) à luz do testemunho de Amélia Telespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2026-04-24T19:30:06Z-
dc.date.available2026-04-24T19:30:06Z-
dc.date.submitted2025-12-16-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/44130-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1The present article intends to analyze the legal framework that permeated the Civil-Military Dictatorship (1964–1985), in order to understand how the State of Exception enabled the use of violence through Brazilian legal instruments. In this context, under the lens of the militant Amélia Teles, the study seeks to analyze how the testimonies of women who suffered gender violence are important for comprehending the torments endured. These reports were silenced for so long, not only during the repression but also after re-democratization. It is known that this period was marked by extreme violence, but upon analyzing 'Amelinha's' accounts, it was observed that the aggressors contested the women's place, understanding that their role was limited only to submission; thus, they were repressed for not fitting within the molds of femininity defined by the patriarchal imaginary. The victims' accounts who went through these traumatic events demonstrate how gender inequality was utilized to torture them even further. This listening process makes it possible to understand the women's historical experience and the struggle they possess for justice. It is at this point that the historiographical field emerges as an ally in terms of the production of memory, thus fostering the symbolic justice possible for the victims.pt_BR
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