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Título: “Silenciar mulheres é conservador” : um retrato da violência política contra feministas radicais em ambientes acadêmicos brasileiros
Autor(es): Santos, Gerciena Barbosa dos
Orientador(es): Tonhati, Tânia Mara Passarelli
Assunto: Feminismo
Violência contra as mulheres
Universidades e faculdades
Mulheres - violência
Data de apresentação: 3-Fev-2026
Data de publicação: 14-Abr-2026
Referência: SANTOS, Gerciena Barbosa dos. “Silenciar mulheres é conservador”: um retrato da violência política contra feministas radicais em ambientes acadêmicos brasileiros. 2025. 75 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Sociologia) – Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumo: Este trabalho tem como objetivo investigar de quais maneiras mulheres que expressam opiniões alinhadas ao feminismo radical sofrem intimidação em espaços acadêmicos no Brasil. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com treze mulheres que frequentaram universidades brasileiras, seja enquanto estudantes ou pesquisadoras. Partindo da literatura sobre violência contra mulheres em universidades no Brasil, aliada ao uso do conceito de violência política contra mulheres, o estudo buscou analisar as experiências subjetivas de algumas das participantes após explicitarem simpatia por pautas feministas radicais dentro de instituições de ensino superior no país. Foram identificadas três principais formas de hostilização direcionadas a essas mulheres: 1) Perseguição e cerceamento intelectual; 2) Tentativas de silenciamento; e 3) Expulsão de grupos. O trabalho conclui que os limites impostos à plena liberdade de pensamento para esse grupo específico de feministas contradizem tanto os pilares democráticos sobre os quais as universidades se assentam, como também escancaram um problema de intolerância ao dissenso no interior de espaços feministas e de esquerda.
Abstract: This study aims to investigate the ways in which women who express opinions aligned with radical feminism experience intimidation in academic spaces in Brazil. Semi-structured interviews were conducted with thirteen women who attended Brazilian universities, either as students or as researchers. Drawing on the literature on violence against women in universities in Brazil, combined with the use of the concept of political violence against women, the study sought to analyse some participants’ subjective experiences after they had made explicit sympathy with radical feminist agendas within higher education institutions in the country. Three main forms of hostility directed at these women were identified: 1) Persecution and intellectual constraint; 2) Attempts at silencing; and 3) Exclusion from groups. The study concludes that the limits imposed on full freedom of thought for this specific group of feminists both contradict the democratic pillars upon which universities are founded and expose a problem of intolerance towards dissent within feminist and left-wing spaces.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, 2025.
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