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2025_DeborahSayuriGoncalvesInazawa_tcc.pdf11,6 MBAdobe PDFver/abrir
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dc.contributor.advisorDiminitrov, Eduardo-
dc.contributor.authorInazawa, Deborah Sayuri Gonçalves-
dc.identifier.citationINAZAWA, Deborah Sayuri Gonçalves. Nação para Boris Fausto e Borges Hermida. 2025. 75 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Sociologia) – Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho analisa a construção da identidade nacional e a visão de Brasil nos manuais escolares Compêndio de História do Brasil, de Borges Hermida (1968), e História do Brasil, de Boris Fausto (1995). O estudo parte do pressuposto de que a narrativa histórica nos livros didáticos é um instrumento de reprodução simbólica do Estado e das elites intelectuais, conforme o conceito de habitus de Pierre Bourdieu (1982), e de identidade nacional como invenção ideológica, segundo Anne-Marie Thiesse (2000). O objetivo principal da pesquisa é compreender como os diferentes contextos históricos e posicionamentos sociais dos autores influenciaram suas interpretações de Brasil. Os objetivos específicos incluem identificar os elementos simbólicos utilizados na formação da identidade nacional e as estratégias discursivas presentes nas obras. A metodologia utilizada é qualitativa, com abordagem interpretativa, exploratória e descritiva. Foram realizadas análises de conteúdo e análise comparativa entre as estruturas e narrativas dos livros, com apoio em referências teóricas e fontes secundárias. Os resultados indicam que Hermida apresenta uma narrativa positivista, com forte valorização do passado colonial e do mito das três raças, refletindo um habitus tradicional vinculado ao Estado autoritário. Fausto, por outro lado, adota uma abordagem crítica e plural, alinhada à tradição da USP e à escola dos Annales, promovendo uma identidade nacional mais complexa. Conclui-se que os manuais analisados reproduzem os valores dos espaços acadêmicos a que pertencem, funcionando como ferramentas de socialização e manutenção simbólica da ordem social.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordIdentidade nacionalpt_BR
dc.subject.keywordBrasil - históriapt_BR
dc.titleNação para Boris Fausto e Borges Hermidapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2026-03-05T13:12:41Z-
dc.date.available2026-03-05T13:12:41Z-
dc.date.submitted2025-07-10-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43925-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
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dc.description.abstract1This paper analyzes the construction of national identity and the vision of Brazil in the school textbooks Compêndio de História do Brasil by Borges Hermida (1968) and História do Brasil by Boris Fausto (1995). The study begins from the premise that the historical narrative in these textbooks is an instrument for the symbolic reproduction of the State and of the intellectual elites, in line with Pierre Bourdieu’s concept of habitus (1982) and with the notion of national identity as an ideological invention, according to Anne‐Marie Thiesse (2000). The primary objective of the research is to understand how the authors’ differing historical contexts and social positions influenced their interpretations of Brazil. Specific objectives include identifying the symbolic elements used in the formation of national identity and the discursive strategies present in each work.The methodology is qualitative, with an interpretative, exploratory, and descriptive approach. Content analyses and a comparative analysis of the structures and narratives of the two books were carried out, supported by theoretical references and secondary sources. The results indicate that Hermida presents a positivist narrative, with a strong valorization of the colonial past and the myth of the three races, reflecting a traditional habitus tied to an authoritarian State. Fausto, on the other hand, adopts a critical and pluralistic approach, aligned with the USP tradition and the Annales school, promoting a more complex national identity. It is concluded that the textbooks under analysis reproduce the values of their respective academic milieus, functioning as tools of socialization and symbolic maintenance of the social orderpt_BR
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