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dc.contributor.advisorVianna, Lauro Casqueiro-
dc.contributor.authorNeri, Jhenny Vitória Souza-
dc.identifier.citationNERI, Jhenny Vitória Souza. Ventilatory baroreflex in humans: is there evidence of hysteresis? 2025. 23 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Educação Física) – Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO barorreflexo ventilatório é caracterizado por ajustes da ventilação desencadeados por alterações agudas na pressão arterial. Embora esse reflexo tenha sido documentado em animais e seres humanos, ainda não se sabe se ele apresenta histerese, uma propriedade direcional que caracteriza diversos componentes do barorreflexo cardiovascular. Este estudo investigou a presença de histerese no barorreflexo ventilatório humano. Nove adultos saudáveis foram submetidos à técnica de Oxford modificada, que consiste em injeções sequenciais de nitroprussiato de sódio e fenilefrina para induzir quedas e elevações transitórias da pressão arterial. A pressão arterial batimento a batimento foi medida continuamente por fotopletismografia digital, e a ventilação foi estimada continuamente por uma cinta de indutância respiratória. As alterações na pressão arterial média (PAM) e na ventilação (VE) foram quantificadas para cada fase, e regressões lineares foram utilizadas para calcular os slopes da relação PAM–VE. Tanto o nitroprussiato quanto a fenilefrina produziram respostas pressóricas significativas (Δ –16 ± 1 mmHg; P < 0,001) e depressoras (Δ 22 ± 1 mmHg; P < 0,001), acompanhadas de ajustes ventilatórios robustos (NTP: Δ 5,5 ± 0,8 mV/min; P < 0,001; PE: Δ –6,7 ± 1,1 mV/min; P < 0,001). No entanto, os slopes da relação PAM–VE não diferiram entre quedas e elevações pressóricas (–0,44 ± 0,06 vs. –0,44 ± 0,11 mV·min⁻¹·mmHg⁻¹), indicando ausência de assimetria direcional. Esses achados sugerem que o barorreflexo ventilatório humano não apresenta evidências claras de histerese.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordBarorreflexo ventilatóriopt_BR
dc.subject.keywordPressão arterialpt_BR
dc.subject.keywordSistema respiratóriopt_BR
dc.titleVentilatory baroreflex in humans: is there evidence of hysteresis?pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-02-10T19:53:15Z-
dc.date.available2026-02-10T19:53:15Z-
dc.date.submitted2025-12-15-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43720-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
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dc.description.abstract1The ventilatory baroreflex describes adjustments in ventilation triggered by acute changes in arterial pressure. Although this reflex has been documented in both animals and humans, it remains unknown whether it exhibits hysteresis, a directional property that characterizes several cardiovascular baroreflex pathways. This study investigated the presence of hysteresis in the human ventilatory baroreflex. Nine healthy adults underwent the modified Oxford technique, involving sequential bolus injections of sodium nitroprusside and phenylephrine to induce transient decreases and increases in blood pressure. Beat-by-beat arterial pressure was measured continuously using finger photoplethysmography and ventilation was continuously estimated using a respiratory inductance belt. Changes in mean arterial pressure (MAP) and ventilation (VE) were quantified for each phase, and linear regressions were used to compute slopes of the MAP–VE relationship. Both nitroprusside and phenylephrine produced significant pressor (Δ -16 ± 1 mmHg; P < 0.001) and depressor (Δ 22 ± 1 mmHg; P < 0.001) responses accompanied by robust ventilatory adjustments (NTP: Δ 5.5 ± 0.8 mV/min; P < 0.001; PE: Δ –6.7 ± 1.1 mV/min; P < 0.001). However, the slopes of the MAP–VE relationship did not differ between pressure falls and rises (–0.44 ± 0.06 vs. –0.44 ± 0.11 mV·min⁻¹·mmHg⁻¹), indicating an absence of directional asymmetry. These findings suggest that the ventilatory baroreflex in humans does not exhibit clear evidence of hysteresis.pt_BR
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