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Título: HIV/AIDS nas redes sociais : o enfrentamento a sorofobia no Instagram
Autor(es): Cantuária, Gustavo dos Santos
Orientador(es): Oliveira, Tibério Lima
Assunto: HIV (Vírus)
AIDS (Doença)
Sorofobia
Redes sociais on-line
Data de apresentação: 11-Dez-2025
Data de publicação: 16-Jan-2026
Referência: CANTUÁRIA, Gustavo dos Santos. HIV/AIDS nas redes sociais: o enfrentamento a sorofobia no Instagram. 2025. 58 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Serviço Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumo: A infecção pelo HIV e o adoecimento por AIDS mantêm-se como desafios significativos para a saúde pública no Brasil e no mundo, com impactos expressivos em diferentes segmentos populacionais ao longo das últimas quatro décadas. Contudo, um dos desafios mais persistentes relacionado ao HIV/AIDS é o combate ao preconceito e ao estigma a eles associados. A sorofobia se manifesta em todos os ambientes, incluindo nas redes sociais. Todavia, há perfis no Instagram que tornaram pública sua vivência com o HIV e usam dessa rede social para enfrentá-la. A sorofobia prejudica diretamente as pessoas que vivem com HIV/AIDS, pois o receio de discriminação e de exclusão afeta a adesão ao tratamento adequado. Esse cenário, leva muitas pessoas a optar por se autoafastar, evitando se socializar, se relacionar ou pedir apoio, tornando esse momento muito mais difícil, podendo levar a pensamentos autodestrutivos e doenças psicológicas. Com isso, a rede social acaba se tornando um local para que essas pessoas busquem informação e apoio. Os influenciadores aqui estudados vivem com HIV e falam da sua vivência em seus perfis. Eles humanizam a experiência e nesses espaços virtuais preenchem lacunas deixadas pelas campanhas oficiais, que historicamente focam somente na prevenção, no público jovem e em eventos, como o carnaval. A visibilidade de rostos e histórias reais no Instagram desafia o imaginário social que associa o HIV à morte ou à imoralidade, promovendo a ideia de saúde, vitalidade e o conceito científico de indetectável igual à Intransmissível, o que representa um ganho inestimável ao enfretamento a sorofobia e desinformação.
Abstract: The HIV infection and the illness caused by AIDS remain significant challenges for public health in Brazil and worldwide, with expressive impacts on different population segments over the last four decades. However, one of the most persistent challenges related to HIV/AIDS is the fight against the prejudice and stigma associated with them. Serophobia manifests in all environments, including on social media. Nevertheless, there are profiles on Instagram that have made their experience with HIV public and use this social network to confront it. Serophobia directly harms people living with HIV/AIDS, as the fear of discrimination and exclusion affects adherence to adequate treatment. This scenario leads many people to choose to self- isolate, avoiding socializing, relating, or asking for support, making that moment much more difficult, and potentially leading to self-destructive thoughts and psychological illnesses. As a result, the social network ends up becoming a place for these individuals to seek information and support. The influencers studied here live with HIV and talk about their experience on their profiles. They humanize the experience and in these virtual spaces fill gaps left by official campaigns, which historically focus only on prevention, young audiences, and events like Carnival. The visibility of real faces and stories on Instagram challenges the social imaginary that associates HIV with death or immorality, promoting the idea of health, vitality, and the scientific concept of Undetectable equal Untransmissible, which represents an invaluable gain in the fight against serophobia and misinformation.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Serviço Social, 2025.
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