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dc.contributor.advisorBorges, Priscila Monteiro-
dc.contributor.authorCorrea, Renato Coelho-
dc.identifier.citationCORREA, Renato Coelho. Nutrientes à venda: como uma ideologia reducionista sobre a comida influenciou o marketing de ultraprocessados. 2024. 40 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Comunicação Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Departamento de Audiovisual e Publicidade, 2024.pt_BR
dc.description.abstractO Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, porque eles apresentam "composição nutricional desbalanceada", "favorecem o consumo excessivo de calorias", dentre diversos outros motivos. Mesmo assim, muitas marcas de ultraprocessados usam alegações de saúde e nutrição como estratégia de marketing, criando uma aura de saúde nesses produtos e induzindo o consumo excessivo. O objetivo deste trabalho é descrever, a partir de uma pesquisa exploratória, alguns dos efeitos dessas mensagens e os contextos que levaram a essa contradição. Ao longo de aproximadamente 150 anos, a produção de conhecimento na área de nutrição foi pautada por um paradigma de reducionismo nutricional (nutricionismo), e nesse cenário, as alegações de saúde e nutrição presentes nas embalagens e propagandas de alimentos ganham força. A oferta abundante e o fácil acesso aos alimentos ultraprocessados estimulam o consumo excessivo, enquanto as alegações de saúde e nutrição comprometem o julgamento dos consumidores sobre a saudabilidade das comidas.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordNutriçãopt_BR
dc.subject.keywordAlimentos ultraprocessadospt_BR
dc.subject.keywordPublicidade - alimentospt_BR
dc.titleNutrientes à venda : como uma ideologia reducionista sobre a comida influenciou o marketing de ultraprocessadospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-16T15:27:51Z-
dc.date.available2026-01-16T15:27:51Z-
dc.date.submitted2024-09-19-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43396-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1The Dietary Guidelines for the Brazilian Population recommend avoiding the consumption of ultra-processed foods because they have an "unbalanced nutritional composition," "promote excessive calorie intake," among many other reasons. Nevertheless, many ultra-processed food brands use health and nutrition claims as a marketing strategy, creating a health halo around these products and encouraging overconsumption. The aim of this study is to analyze, through exploratory research, some of the effects of these messages and the contexts that led to this contradiction. Over approximately 150 years, the production of knowledge in the field of nutrition has been guided by a paradigm of nutritional reductionism (nutritionism), and in this scenario, health and nutrition claims on food packaging and advertisements have gained prominence. The abundant supply and easy access to ultra-processed foods stimulate excessive consumption, while health and nutrition claims compromise consumers' judgment regarding the healthiness of these foods.pt_BR
Aparece na Coleção:Comunicação - Publicidade e Propaganda



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