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dc.contributor.advisorOliveira, Andréia de-
dc.contributor.authorAlcântara, Luiza Eineck-
dc.identifier.citationALCÂNTARA, Luiza Eineck. Implicações sócio-históricas da exploração do trabalho no Brasil e suas repercussões na jornada de trabalho. 2025. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Serviço Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Serviço Social, 2025.pt_BR
dc.description.abstractNeste trabalho, o objetivo central é analisar as implicações sócio-históricas que constituem a exploração do trabalho e suas repercussões na jornada de trabalho no Brasil. Partindo do referencial teórico marxista, em especial dos escritos de Karl Marx sobre jornada de trabalho, mais-valor e acumulação primitiva, na pesquisa, investigou-se a formação da classe trabalhadora brasileira, que foi marcada pela herança escravocrata e a abolição tardia e inconclusa. Na hipótese central sustenta-se que os mecanismos de exploração, no período colonial, não foram eliminados, mas reconfigurados pelo capitalismo brasileiro, manifestandose, atualmente, em jornadas exaustivas e precarizadas, como a escala 6x1, terceirização e uberização. Metodologicamente, trata-se de pesquisa teórico-bibliográfica, de abordagem dialética, que articula a análise de categorias marxistas com dados socioeconômicos e a historiografia sobre o trabalho no Brasil. Os resultados sugerem que a luta pela redução da jornada é eixo fundamental da luta de classes, em dupla dimensão: é uma demanda imediata contra a precarização da vida e, simultaneamente, um projeto estratégico que aponta para uma nova sociabilidade, em que o tempo livre deverá ser a base para o desenvolvimento humano integral. Conclui-se que a resistência a regimes, como o da escala 6x1, e a bandeira da redução da jornada, sem corte salarial, sintetizam a resistência contra a barbárie do capitalismo e a luta por um horizonte emancipatório.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordJornada de trabalhopt_BR
dc.subject.keywordMarxismopt_BR
dc.subject.keywordClasses sociaispt_BR
dc.subject.keywordQuestão racialpt_BR
dc.subject.keywordQuestão Socialpt_BR
dc.titleImplicações sócio-históricas da exploração do trabalho no Brasil e suas repercussões na jornada de trabalhopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-16T15:26:31Z-
dc.date.available2026-01-16T15:26:31Z-
dc.date.submitted2025-12-05-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/43389-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This work aims to analyze the socio-historical implications of labor exploitation and its repercussions on the workday in Brazil. Based on a Marxist theoretical framework, particularly the writings of Karl Marx on the working day, surplus value, and primitive accumulation, the research investigated the formation of the Brazilian working class, marked by the legacy of late and incomplete slavery abolition. The central hypothesis argues that the mechanisms of exploitation from the colonial period were not eliminated but reconfigured by Brazilian capitalism, currently manifesting in exhausting and precarious workdays, such as the 6x1 shift, outsourcing, and gig economy. Methodologically, this is a theoretical-bibliographical research, with a dialectical approach, articulating the analysis of Marxist categories with socioeconomic data and the historiography on labor in Brazil. The results suggest that the struggle for reduced working hours is a fundamental axis of the class struggle, in a dual dimension: it is an immediate demand against the precarization of life and, simultaneously, a strategic project that points towards a new sociability, in which free time should be the basis for integral human development. It is concluded that resistance to regimes, such as the 6x1 work schedule, and the banner of reduced working hours without wage cuts, synthesize resistance against the barbarity of capitalism and the struggle for an emancipatory horizon.pt_BR
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