| Campo Dublin Core | Valor | Língua |
| dc.contributor.advisor | Bellozi, Paula Maria Quaglio | - |
| dc.contributor.author | Bortone, Maria Julia Fraga | - |
| dc.identifier.citation | BORTONE, Maria Julia Fraga. Neurotransmissão e tratamento da esquizofrenia: uma revisão com foco farmacológico. 2025. 50 f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Farmácia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.description | Trabalho de conclusão de curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Farmácia, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A esquizofrenia é um transtorno neuropsiquiátrico multifatorial caracterizado por manifestações clínicas heterogêneas, incluindo sintomas positivos, negativos e cognitivos, com impacto significativo na funcionalidade e na qualidade de vida dos pacientes. Diversas hipóteses fisiopatológicas têm sido propostas para explicar o desenvolvimento da doença, com destaque para disfunções nos sistemas dopaminérgico, glutamatérgico, GABAérgico e serotoninérgico, bem como alterações neuroanatômicas específicas. A compreensão desses mecanismos tem sido fundamental para o desenvolvimento e aprimoramento da farmacoterapia, que inclui antipsicóticos de primeira, segunda e terceira geração, cada um com perfil diferenciado de eficácia e efeitos adversos. Os antipsicóticos típicos (APGs), como o haloperidol, são eficazes na redução dos sintomas positivos, mas apresentam ação limitada sobre sintomas negativos e cognitivos, além de elevada incidência de efeitos extrapiramidais e hiperprolactinemia. Os antipsicóticos atípicos (ASGs), entre eles a risperidona e a quetiapina, oferecem benefícios adicionais sobre sintomas negativos, porém podem causar efeitos metabólicos indesejáveis. Já os antipsicóticos de terceira geração (ATGs), como é o caso do aripiprazol, atuam como agonistas parciais dopaminérgicos, proporcionando modulação equilibrada das vias dopaminérgicas, maior tolerabilidade e menor risco de hiperprolactinemia. Este trabalho consiste em uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir da seleção de artigos científicos relevantes sobre a fisiopatologia e a farmacoterapia da esquizofrenia, com o objetivo de analisar as principais hipóteses fisiopatológicas envolvidas na doença e sua relação com as abordagens farmacológicas atuais, enfatizando a importância da individualização do tratamento, do monitoramento clínico e das perspectivas futuras para o manejo eficaz da esquizofrenia. | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Esquizofrenia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Esquizofrenia - tratamento | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Antipsicóticos | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Farmacoterapia | pt_BR |
| dc.title | Neurotransmissão e tratamento da esquizofrenia: uma revisão com foco farmacológico | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bacharelado | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-01-14T21:44:21Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-14T21:44:21Z | - |
| dc.date.submitted | 2025-12-10 | - |
| dc.identifier.uri | https://bdm.unb.br/handle/10483/43356 | - |
| dc.language.iso | Português | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Schizophrenia is a multifactorial neuropsychiatric disorder characterized by heterogeneous clinical manifestations, including positive, negative, and cognitive symptoms, with significant impact on patient’s functionality and quality of life. Various pathophysiological hypotheses have been proposed, emphasizing dysfunctions in the dopaminergic, glutamatergic, GABAergic and serotoninergic systems, as well as specific neuroanatomical alterations. Understanding these mechanisms has been crucial for the development and optimization of pharmacotherapy, which includes first-, second-, and third-generation antipsychotics, each with distinct efficacy and side effect profiles. Typical antipsychotics (FGAs), such as haloperidol, effectively reduce positive symptoms but have limited effect on negative and cognitive symptoms, in addition to high risk of extrapyramidal symptoms and hyperprolactinemia. Atypical antipsychotics (SGAs), such as risperidone and quetiapine, provide additional benefits for negative symptoms but may induce metabolic side effects. Third-generation antipsychotics (TGAs), such as aripiprazole, act as partial dopamine agonists, enabling balanced dopaminergic modulation, higher tolerability, and lower risk of hyperprolactinemia. This study consists of a narrative literature review, conducted through the selection of relevant scientific articles on the pathophysiology and pharmacotherapy of schizophrenia, aiming to analyze the main pathophysiological hypotheses involved in the disorder and their relationship with current pharmacological approaches, emphasizing the importance of individualized treatment, clinical monitoring, and future perspectives for effective schizophrenia management. | pt_BR |
| Aparece na Coleção: | Farmácia - Campus Darcy Ribeiro
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