| Campo Dublin Core | Valor | Língua |
| dc.contributor.advisor | Fernandes, Marcos Aurélio | - |
| dc.contributor.author | Sousa, Pedro Vítor Martins de | - |
| dc.identifier.citation | SOUSA, Pedro Vítor Martins de. O problema da liberdade no existencialismo filosófico: a origem do mal e a liberdade ontológica de Luigi Pareyson. 2025. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A compreensão dos enfrentamentos da consciência humana durante a vida, mais
enfaticamente no esforço contra a angústia causada pela possibilidade de decidir
suas próprias pretensões a partir de si e para si, são exemplos de confrontamentos
que estão no cerne do existencialismo. É a filosofia da liberdade de Friedrich
Wilhelm Joseph Schelling que leva o filósofo italiano Luigi Pareyson a pensar sobre
uma ontologia da liberdade e desenvolvê-la. A obra póstuma Ontologia da
Liberdade: O mal e o sofrimento (dividida em quatro aulas: Liberdade e situação,
Liberdade e transcendência, Liberdade e negação e Liberdade e dialética) que
serviu como a principal referência deste texto foi organizada por seus alunos
Giuseppe Riconda e Gianni Vattimo em 1988 em Nápoles. Dessa forma, este
trabalho objetiva abordar o problema da liberdade no existencialismo filosófico entre
as perspectivas ontológica e humanística. Para além disso também busca
compreender a origem da liberdade segundo a teoria de Pareyson e suas ideias
acerca da origem do mal e a importância do sofrimento. Para a melhor compreensão
da origem da liberdade há a necessidade de entender a origem do mal, este que não
está em Deus que é o bem em perfeição, ou seja, é primeiramente necessário
descobrir onde o mal se revela para depois entender as circunstâncias de sua
origem. Por fim, na construção teórica pareysoniana, o filósofo utiliza da
hermenêutica para interpretar sua própria filosofia existencialista a partir do mito da
criação no cristianismo e com isto trilha seu caminho à origem ontológica da
liberdade. Com base nas teorias descritas acima a negatividade do mal pode ser
vencida apenas com a negatividade do sofrimento. Conforme essa perspectiva, é na
relação entre a escolha humana pelo mal e a negação deste mal a partir da
negatividade do sofrimento, ou seja, o negativo com o negativo vira positivo, que na
situação do homem ao se redimir ele vai de encontro com a solidariedade divina.
Portanto, é neste movimento escatológico da vida humana entre o bem e o mal,
entre morte e eternidade, entre ser e o não ser, que o sofrimento se apresenta ao
universo. | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Bem e mal | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Existencialismo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Liberdade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Ontologia | pt_BR |
| dc.title | O problema da liberdade no existencialismo filosófico : a origem do mal e a liberdade ontológica de Luigi Pareyson | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciatura | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-12-23T22:19:55Z | - |
| dc.date.available | 2025-12-23T22:19:55Z | - |
| dc.date.submitted | 2025-02-26 | - |
| dc.identifier.uri | https://bdm.unb.br/handle/10483/43041 | - |
| dc.language.iso | Português | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | The comprehension between the human consciousness throughout life, mainly in our
struggling against anguish caused by the possibility of decisions about our own life
are at the core of existentialism. F. W. J. Schelling’s Philosophy of Freedom led the
Italian philosopher Luigi Pareyson to analyse and develop his so-called Ontology of
Freedom. Divided into 4 parts, this Pareyson’s posthumous work was organized by
his pupils Giuseppe Riconda and Gianni Vattimo, and used as the main reference for
this research. Therefore, this study aims to understand the question raised by the
existentialist philosophy in the light of Ontological and Humanistic perspectives.
Besides, the researcher aims to comprehend the origin of evil and the importance of
suffering according to Pareyson’s theory. In order to have a better reading about
evil’s origin, it is vital to understand that its origin does not decline in God who is
good in perfection in other words, first it is necessary to discover where evil reveals
itself and then understand the consequences of its origins. Thus, the Pareysonian
theoretical foundation makes use of the hermeneutics into the Christian Creation
myth to interpret his own existentialist philosophy in order to forge his way until the
Ontology of Freedom. Given the perspective above, the negativity of evil can only be
overcomed by the negativity of suffering. Nonetheless, it is in the relationship in the
midst of human choice for evil and the denial of this evil based on the negativity of
suffering, simply put, negative plus negative equals positive, that man, in redeeming
himself, comes up against divine solidarity. Therefore, it is in this eschatological
movement existing in human life between good and evil, death and eternity, being
and not being that suffering reveals itself to the universe. | pt_BR |
| Aparece na Coleção: | Filosofia - Graduação
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