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dc.contributor.advisorXavier, Flavia Dias-
dc.contributor.authorSilva, Sofia Dosares Batista da-
dc.identifier.citationSILVA, Sofia Dosares Batista da. Padrão de resposta a quimioterapia do linfoma difuso de grandes Células B em primeira recaída no Hospital Universitário de Brasília. 2025. 44 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Hematologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (especialização) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Residência Médica HUB/UnB, Curso de Especialização em Residência Médica - Hematologia, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO linfoma difuso de grandes células B (LDGCB) continua sendo uma doença heterogênea, com respostas variáveis ao tratamento. Apesar das altas taxas de resposta completa com a quimioterapia de primeira linha R-CHOP-like, um grupo de pacientes apresenta doença refratária primária (9,5%) ou recaída (25%) (Coiffier et al., Blood 2010; NEJM 2002; JCO 2005). Em nosso estudo, essas taxas foram de 27% e 15%, respectivamente, com 6,8% apresentando recaída precoce e 8,1% recaída tardia. A literatura indica que 75% dos casos de LDGCB recidivados/refratários (R/R) progridem em menos de 12 meses e são melhor resgatados com terapia de células CAR-T, ainda pouco disponível no Brasil e indisponível no sistema público de saúde. Em nosso estudo, esse grupo representou 80,6%, em concordância com os dados da literatura. Conforme evidenciado no estudo SCHOLAR-1 (Crump et al., Blood 2017), as taxas de resposta à quimioterapia tradicional são baixas em pacientes refratários primários ou com recaída precoce (taxa de resposta global [RG] 26%, resposta completa [RC] 7%). Em nosso estudo, 5 dos 6 pacientes que responderam apresentavam esse perfil, sendo 3 com RC e 2 com resposta parcial (RP), entre 25 pacientes de alto risco, correspondendo a uma RG de 20% e uma taxa de RC de 12%. Dessa forma, pacientes com LDGCB R/R necessitam de abordagens terapêuticas mais agressivas, incluindo o transplante de células-tronco hematopoéticas (para recaídas tardias quimiossensíveis) e terapias-alvo, como imunoterapia com células CAR-T (limitada para pacientes frágeis) e anticorpos biespecíficos (para progressões ou recaídas <12 meses e recaídas tardias quimiorresistentes). Apesar dos avanços no entendimento da biologia do LDGCB e das inovações terapêuticas, desafios persistem, especialmente no acesso a tratamentos de alto custo e na necessidade de biomarcadores prognósticos mais precisos. O avanço das pesquisas clínicas e a incorporação de novas tecnologias terapêuticas são essenciais para melhorar o prognóstico dos pacientes e aumentar as taxas de sobrevida.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordLinfomapt_BR
dc.subject.keywordLinfoma Difuso de Grandes Células Bpt_BR
dc.subject.keywordRecidivapt_BR
dc.subject.keywordQuimioterapiapt_BR
dc.titlePadrão de resposta a quimioterapia do linfoma difuso de grandes Células B em primeira recaída no Hospital Universitário de Brasíliapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Especializaçãopt_BR
dc.date.accessioned2025-11-18T19:18:02Z-
dc.date.available2025-11-18T19:18:02Z-
dc.date.submitted2025-02-24-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/42448-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1Diffuse large B-cell lymphoma (DLBCL) remains a heterogeneous disease with varying treatment responses. Despite high complete response rates with first-line R-CHOP-like chemotherapy, a subset of patients experience primary refractory disease (9.5%) or relapse (25%) (Coiffier et al., Blood 2010; NEJM 2002; JCO 2005). In our study, these rates were 27% and 15%, respectively, with 6.8% presenting early relapse and 8.1% late relapse. The literature suggests that 75% of relapsed/refractory (R/R) DLBCL cases progress within 12 months, being better salvaged with CAR-T cell therapy, which remains scarce in Brazil and unavailable in the public health system. Our study showed an 80.6% rate in line with these findings. As reported in SCHOLAR-1 (Crump et al., Blood 2017), traditional chemotherapy achieves low response rates in primary refractory or early relapsed patients (overall response rate [ORR] 26%, complete response [CR] 7%). In our study, 5/6 responders had this profile, with 3 achieving CR and 2 partial response (PR) among 25 high-risk patients, corresponding to an ORR of 20% and CR rate of 12%. Thus, R/R DLBCL patients require more aggressive therapeutic approaches, including hematopoietic stem cell transplantation (for chemo-sensitive late relapses) and targeted therapies such as CAR-T cell immunotherapy (limited to frail patients) and bispecific antibodies (for relapses or progression <12 months and chemo-refractory late relapses). Despite advances in understanding DLBCL biology and therapeutic innovations, challenges remain, particularly in access to high-cost treatments and the need for more precise prognostic biomarkers. Ongoing clinical research and the incorporation of novel therapeutic technologies are crucial to improving patient prognosis and survival rates.pt_BR
Aparece na Coleção:Residência Médica de Hematologia



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