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dc.contributor.advisorLacour, Philippe Claude Thierry-
dc.contributor.authorMoreira, Jean da Costa-
dc.identifier.citationMOREIRA, Jean da Costa. Da revolta material à revolta virtual: como o capitalismo converte a indignação em inércia. 2025. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo investiga a transformação da indignação social, que historicamente se manifestava por meio de ações concretas contra a opressão material, em uma inércia virtual caracterizada por manifestações performativas nas plataformas digitais. A pesquisa qualitativa, de natureza interpretativa, fundamenta-se na análise crítica dos discursos e práticas culturais presentes no ambiente digital, bem como na literatura teórica sobre o capitalismo tardio. Foram utilizados procedimentos como revisão bibliográfica de autores renomados, análise de discursos em redes sociais e estudo de casos emblemáticos de revoltas virtuais. Os resultados indicam que os mecanismos tecnológicos do capitalismo digital—incluindo redes sociais, algoritmos e big data—organizam e direcionam os fluxos de informação de maneira a restringir a emergência de ações coletivas eficazes. Além disso, observa-se a figura do "consumidor-engrenagem", cuja participação nas plataformas digitais perpetua a alienação e reforça o status quo. Conclui-se que, para superar essa passividade imposta pelas dinâmicas do capitalismo digital, é essencial repensar os espaços de resistência no contexto virtual e construir alternativas que promovam a apropriação coletiva dos meios de produção digitais, transformando a revolta virtual em ação política concreta e resgatando a dimensão material da luta.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordCapitalismopt_BR
dc.subject.keywordIndignação socialpt_BR
dc.titleDa revolta material à revolta virtual: como o capitalismo converte a indignação em inérciapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2025-11-10T18:16:30Z-
dc.date.available2025-11-10T18:16:30Z-
dc.date.submitted2024-02-23-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/42257-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1This study examines the transformation of social indignation, which historically manifested through concrete actions against material oppression, into virtual inertia characterized by performative expressions on digital platforms. The qualitative, interpretative research is grounded in a critical analysis of discourses and cultural practices within the digital environment, as well as theoretical literature on late capitalism. Methodologies employed include a bibliographic review of renowned authors, discourse analysis on social networks, and case studies of emblematic virtual revolts. Findings indicate that technological mechanisms of digital capitalism—including social networks, algorithms, and big data—organize and direct information flows in ways that restrict the emergence of effective collective actions. Additionally, the concept of the "consumer-cog" is observed, wherein individuals' participation on digital platforms perpetuates alienation and reinforces the status quo. The study concludes that overcoming the passivity imposed by the dynamics of digital capitalism necessitates rethinking spaces of resistance in the virtual context and constructing alternatives that promote collective appropriation of digital means of production, thereby transforming virtual revolt into concrete political action and reclaiming the material dimension of struggle.pt_BR
Aparece na Coleção:Filosofia - Graduação



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