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2022_StefanyJoaquinaSousaFarias_tcc.pdf467,06 kBAdobe PDFver/abrir
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dc.contributor.advisorMedeiros, Rodrigo Antônio de-
dc.contributor.authorFarias, Stefany Joaquina Sousa-
dc.identifier.citationFARIAS, Stefany Joaquina Sousa. Prevalência de automedicação em estudantes universitários com sintomas de disfunção temporomandibular. 2022. 68 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Odontologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2023.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (graduação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Odontologia, 2023.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Disfunção Temporomandibular (DTM) é um termo que abrange um agrupamento de problemas que atingem o sistema estomatognático, podendo se manifestar de forma dolorosa e/ou funcional. Essa condição apresenta prevalência diversa na literatura, mas em geral, é relatada em grande parcela da população. Pacientes comumente relatam recorrer à automedicação para alívio dos sintomas dolorosos. Essa prática pode ser danosa e acarretar complicações, como reações adversas relacionadas ao próprio fármaco, superdosagem, além de dependência física e psicológica. Objetivo: investigar a prevalência da automedicação em estudantes universitários com sintomas de Disfunção Temporomandibular. Método: Foram aplicados questionários através de formulário online para avaliação de sintomas de DTM (DC/TMD - Critérios de Diagnóstico para Desordens Temporomandibulares: Protocolo Clínico e Instrumentos de Avaliação) e práticas de automedicação (QAM/DTM - Questionário sobre a prática de automedicação associada às desordens mandibulares). O teste exato de Fisher e o teste de Qui Quadrado foram utilizados para comparar sintomas de DTM e grau de automedicação, assim como a distribuição dessas condições de acordo com o sexo. Resultado: Ao total, 179 estudantes universitários responderam aos questionários e 113 (63,1%) relataram sintomas de DTM. A maioria (84,9%) praticou automedicação leve. Conclusão: A prevalência encontrada de estudantes com automedicação moderada ou severa e sintomas de DTM foi de 12,29%. Participantes com DTM dolorosa se mostraram mais propensos à automedicação.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordArticulação temporomandibular - doençaspt_BR
dc.subject.keywordDisfunção temporomandibularpt_BR
dc.subject.keywordEstudantes universitários - saúdept_BR
dc.titlePrevalência de automedicação em estudantes universitários com sintomas de disfunção temporomandibularpt_BR
dc.title.alternativePrevalence of self-medication in undergraduate students with symptoms of temporomandibular joint disorderspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2023-08-11T12:20:35Z-
dc.date.available2023-08-11T12:20:35Z-
dc.date.submitted2023-01-06-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/35409-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.contributor.advisorcoLia, Érica Negrini-
dc.description.abstract1Background: Temporomandibular disorders (TMDs) encompass a set of problems that affect the stomatognathic system, and it may manifest in a painful and/or functional manner. This condition is found with different prevalence in the literature, but in general, it is reported in a large portion of the population. Patients commonly report practicing self-medication for pain relief. This practice can be harmful and lead to complications, such as allergic reactions, gastrointestinal disorders and psychological dependence. Objective: to investigate self medication in individuals with Temporomandibular Disorders among undergraduate students. Methods: Questionnaires were applied through an online form to assess TMD symptoms (DC/TMD: Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders) and self-medication (SMQ/TMD: questionnaire on the practice of self‐ medication associated with temporomandibular disorders). Data were analyzed by Fisher's exact test and the Chi-Square test. Results: A total of 179 students were analyzed, 113 (63.1%) reported TMD symptoms and the majority (84.9%) presented mild self-medication. Conclusion: The prevalence found of students with moderate or severe self-medication and TMD symptoms was 12.29%. Participants with painful TMD were more likely to self-medicate.pt_BR
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