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dc.contributor.advisorWuensch, Ana Miriam-
dc.contributor.authorLemos, Talita Camilo-
dc.identifier.citationLEMOS, Talita Camilo. Entre os fios da urdidura: a tecelagem como linguagem frente ao silenciamento feminino. 2020. 81 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2020.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2020.pt_BR
dc.description.abstractTal como trama e urdidura, esse trabalho também conta com dois eixos de produção. Tendo como referência temática e simbólica o mito de Filomela e Procne e seus momentos, nossa tecedura textual estampa principalmente como as mulheres, mesmo em espaços de silenciamento, constroem os seus espaços de expressão. Desse modo, em uma primeira parte intitulada “o resto é silêncio” abordamos o contexto histórico e a extensa documentação textual e imagética que acercou as esposas atenienses, exortando-as a permanecerem histórica, política, artística, filosófica, cotidianamente silenciadas. Com isso, pretendemos evidenciar o projeto que teve a pólis ateniense por meio de suas nómoi (i.e., leis, costumes, hábitos e normas sociais) de produzir mulheres que se encaixassem em seu “modelo ideal” de esposa, a mélissa, isto é, a mulher-abelha, com todos os tipos de restrições que isso lhes acarretou. No segundo momento, por sua vez abordamos a atividade da tecelagem como uma linguagem, téchne (técnica e arte) e sophía(sabedoria) própriados grupos de mulheres, sendo o tear seu veículo de expressão, sua máquina de escrever/inscrever gravuras que contam histórias, dando voz à lançadeira. A partir disso, e alargando as possibilidades argumentativas, pensamos sobre como a tecelagem, sua criação, é a atividade/linguagem pela qual essas mulheres-artífices/artistas/aranhas, podem tecer cotidianamente também as suas redes sociais, a educação dos filhos pequenos, espaços de voz, de falas, de contos e de cultura, e, na juntura desses nós, amarrados pela philía, a sua própria identidade.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordFeminismopt_BR
dc.subject.keywordTecelagem manualpt_BR
dc.subject.keywordFilosofiapt_BR
dc.titleEntre os fios da urdidura : a tecelagem como linguagem frente ao silenciamento feminino.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Licenciaturapt_BR
dc.date.accessioned2022-12-27T15:15:44Z-
dc.date.available2022-12-27T15:15:44Z-
dc.date.submitted2020-12-16-
dc.identifier.urihttps://bdm.unb.br/handle/10483/32980-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor que autoriza a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da Universidade de Brasília (BDM) a disponibilizar o trabalho de conclusão de curso por meio do sítio bdm.unb.br, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 International, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstract1Like weft and warp, this work also has two production lines. With the thematic and symbolicreference of the myth of Filomela and Procne and their moments, our textual weave prints mainlyhow women, even in spaces of silence, construct their spaces of expression. Thus, in a first partentitled “the rest is silence” we approach the historical context and the extensive textual andimaginary documentation that approached the Athenian wives, urging them to remain historical,political, artistic, philosophical, daily silenced. With this, we intend to highlight the project that hadan Athenian polis through its nómoi (that is, laws, customs, habits and social norms) to producewomen who fit in his “ideal model” of wife, mélissa, is, the bee-woman, with all sorts ofrestrictions that this brought them. In the second moment, in turn, we approach the activity ofweaving as language, téchne (technique and art) and sofia (wisdom) of the groups of women, theloom being their vehicle of expression, their typewriter of engravings that tell stories, giving voiceto the shuttle. From this, and expanding the argumentative possibilities we think about howweaving, their creation, is the activity/language by which these women-artisans/artists/spiders, canalso weave daily as their social networks, the education of young children, spaces of voice, ofspeeches, stories and culture, and, at the junction of these knots, tied by philía, their own identitypt_BR
Aparece na Coleção:Filosofia - Graduação



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