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Título: Administração de imunoglobulina anti-d em mulheres Rh negativo : revisão integrativa
Autor(es): Ferreira, Letícia Alves
Orientador(es): Griboski, Rejane Antonello
Assunto: Mulheres grávidas - saúde
Grupos sanguíneos
Sangue fetal
Data de apresentação: Jun-2018
Data de publicação: 27-Ago-2018
Referência: FERREIRA, Letícia Alves. Administração de imunoglobulina anti-d em mulheres Rh negativo: revisão integrativa. 2018. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: A administração da Imunoglobulina anti-D (Ig anti-D) foi estabelecida por volta dos anos 1960 e, desde então, houve uma redução na incidência da isomunização Rh materna e no risco de desenvolvimento da Doença Hemolítica Perinatal (DHPN). Essa redução é ainda mais considerável quando se associa a prevenção no pré-natal com o pós-parto e se detecta eventos sensibilizantes que necessitam de tal administração. Contudo, apesar dos programas de profilaxia, ainda há casos de DHPN, sendo diversas as possíveis causas de imunização das mães Rh negativas. O presente estudo tem como objetivo condensar o conhecimento produzido acerca da administração da Ig anti-D, com foco na identificação de suas possíveis falhas e as estratégias adotadas para que possa promover melhoria na assistência à saúde perinatal. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Foram realizadas buscas na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e no PUBMED, empregando-se os descritores de acordo com o DeCS “Isoimunização Rh”, “Imunoglobulina rho(D)”, “Terapêutica”, “Sistema do Grupo sanguíneo Rh-Hr” e “Complicações hematológicas na gravidez” e seus correspondentes em inglês, segundo o MESH. Dentro de um período de 17 anos, 11 artigos foram selecionados e analisados para compor a amostra final. Os estudos foram agrupados em três categorias: 1) Cuidados na administração da Imunoglobulina anti-D; 2) Falhas mais comuns; e 3) Estratégias utilizadas para melhorar a assistência. A persistência da isoimunização Rh em gestantes envolve diversos fatores. Verificou-se nos estudos revisados, principalmente, falha em seguir protocolos existentes, omissão da administração e dosagem inadequada. Estratégias como educação continuada, treinamentos e checklist de administração foram citadas. Para enfrentar tais problemas é necessária maior divulgação e esclarecimento de tais protocolos, bem como pesquisas futuras para melhor avaliação do quadro.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Enfermagem, 2018.
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