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Título: A atenção às pessoas vivendo com lúpus nos serviços públicos de saúde do Distrito Federal
Autor(es): Soares, Ravena Leão
Orientador(es): Sá, Natan Monsores de
Assunto: Lúpus eritematoso sistêmico (LES)
Saúde pública
Políticas públicas - saúde
Doenças raras
Data de apresentação: 12-Dez-2017
Data de publicação: 18-Dez-2017
Referência: SOARES, Ravena Leão. A atenção às pessoas vivendo com lúpus nos serviços públicos de saúde do Distrito Federal. 2017. 34 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Gestão em Saúde Coletiva)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
Resumo: O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma patologia que vem acometendo uma quantidade desconhecida de pessoas no Brasil inteiro e especificamente no Distrito Federal; circunstância esta que dificulta sobremaneira que as autoridades responsáveis pela elaboração de políticas públicas voltadas ao seu tratamento, prevenção de seus agravos e orientações necessárias aos seus pessoa vivendo comes, as quais vão desde seu tratamento propriamente dito, à dispensação de medicamentos de alto custo ou não e encaminhamentos à/por equipes multiprofissionais. O presente trabalho tem por objetivo detectar a existência estas políticas públicas, apontando suas falhas de publicidade, informação, acesso e inclusão. Tem-se por marco teórico a Constituição Federal, que afirma que a saúde é direito de todos e dever do Estado devendo este, portanto, garantir mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos promovendo ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Trata-se de uma doença multissistêmica, crônica e autoimune devendo seu tratamento ser destinado ao usuário de forma personalizada. O fornecimento de medicamentos e tratamentos pelos entes públicos visa atender ao direito fundamental da dignidade da pessoa humana, como forma de proteger o mais sagrado direito que é a vida e seus desdobramentos como a saúde física e mental, o que deve ser feito através das políticas públicas de saúde que contenham protocolos mais precisos, o que infelizmente não se verifica ocorrendo em especial no Distrito Federal que ainda caminha nessa direção de forma lenta e tímida.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)— Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Saúde Coletiva, Curso Saúde Coletiva, 2017.
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