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Título: Estudo da hidrólise do amido de milho verde e de batata doce com uso de enzimas amilolíticas para produção de bebida alcoólica destilada
Autor(es): Murici, Natália Thais Correa
Orientador(es): Orsi, Daniela Castilho
Coorientador(es): Nascimento, Paulo Gustavo Barboni Dantas
Assunto: Hidrólise
Milho verde
Batata-doce
Aguardente
Data de apresentação: 2015
Data de publicação: 22-Mar-2016
Referência: MURICI, Natália Thais Correa. Estudo da hidrólise do amido de milho verde e de batata doce com uso de enzimas amilolíticas para produção de bebida alcoólica destilada. 2015. 51 f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Farmácia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: Esse estudo teve como objetivo testar a hidrólise dos amidos de milho verde e da batata doce, com uso de enzimas amilolíticas fúngicas, para a produção de aguardente. Para o processo de hidrólise dos amidos de batata doce e de milho verde em açúcares, a suspensão de fungos Aspergillus oryzae e 0,8 mL de amiloglicosidase comercial foram misturadas com a solução gelificada de batata doce ou milho verde. Após incubação a 45oC por 12 horas os mostos hidrolisados obtidos, apresentaram teor de sólidos solúveis de 13,01oBrix para a batata doce e 11,10oBrix para o milho verde. Para a fermentação alcoólica usou-se fermento comercial da marca FERMENTIS®, contendo leveduras Saccharomyces cerevisiae. Os destilados foram obtidos por bidestilação, com separação das frações cabeça, coração e cauda. A aguardente de batata doce apresentou um rendimento de 13,3 litros a 40°GL para 100 Kg de batata doce e a aguardente de milho verde um rendimento de 8,4 litros a 51°GL para 100 Kg de milho verde. As frações coração dos destilados foram analisadas por cromatografia gasosa quanto aos teores de acidez volátil, aldeídos, ésteres, metanol, álcoois superiores, furfural e cobre. A aguardente de batata doce apresentou elevado teor de metanol, não se enquadrando nos parâmetros exigidos pela legislação brasileira. A aguardente de milho verde apresentou alto teor de álcoois superiores. Assim, verificou-se que os processos de produção das aguardentes foram viáveis em escala laboratorial, mas necessitam de adequação das metodologias para reduzir os teores de metanol e de álcoois superiores.
Abstract: This study aimed to test the hydrolysis of green corn and sweet potato starches, with use of fungal amylolytic enzymes, for the production of spirits. For the process of hydrolysis of sweet potato and green corn starches in sugars, suspension of the fungi Aspergillus oryzae and 0.8 mL of amyloglucosidase commercial were mixed with the solution gelated of sweet potato or green corn. After incubation at 45°C for 12 hours the hydrolysates obtained presented soluble solids content of 13.01°Brix for sweet potato and 11,10°Brix for green corn. For the alcoholic fermentation used yescst commercial FERMENTIS®, containing yeast Saccharomyces cerevisiae. The distillates were obtained by bidistillation, with separation of fractions head, heart and tail. The spirit of sweet potato presented a yield of 13.3 liters at 40°GL for 100 kg of sweet potato and thespirit of presented green corn a yield of 8.4 liters at 51°GL for 100 kg of corn green. The fecrt of distillates were analyzed by gas chromatography with regard to levels of volatile acidity, aldehydes, esters, methanol, higher alcohols, furfuraldehyde and copper. The spirit of sweet potato presented high content of methanol and does not conform to the parameters required by Brazilian legislation. The spirit of green corn presented high content of higher alcohols. Thus, it was found that the processes of production of spirits were viable in laboratory scale, but need to adequacy of methodologies to reduce the levels of methanol and higher alcohols.
Informações adicionais: Trabalho de conclusão de curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Curso de Farmácia, 2015.
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