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Título: Conviver faz a diferença : documentário de curta-metragem sobre a vida de pessoas com síndrome de down, que mostra a construção da dignidade a partir da convivência e da inclusão
Autor(es): Costa, Mariana Sousa Veil da
Orientador(es): Paniago, Paulo Roberto Assis
Assunto: Down, Síndrome de
Deficiência intelectual
Inclusão social
Documentário (Cinema)
Data de apresentação: 20-Ago-2012
Data de publicação: 7-Dez-2014
Referência: COSTA, Mariana Sousa Veil da. Conviver faz a diferença: documentário de curta-metragem sobre a vida de pessoas com síndrome de down, que mostra a construção da dignidade a partir da convivência e da inclusão. 2012. 49 f. Monografia (Bacharelado em Comunicação Social)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012.
Resumo: O documentário de curta-metragem sobre pessoas com síndrome de Down, Conviver faz a diferença, é um projeto experimental na modalidade Produto de Comunicação referente ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Jornalismo. O objetivo principal desse produto é mostrar a vida de pessoas com síndrome de Down, enfatizando as potencialidades humanas e o que existe por trás das condições da síndrome. A ideia é mostrar como a convivência e a vida em sociedade é fundamental para o bom desenvolvimento pessoal. A valorização do ser humano é analisada dentro do contexto da sociedade, que atua como elo constitutivo dos cidadãos. Essa questão implica uma noção ampla de inclusão e de adaptabilidade do meio para as particularidades de pessoas com Down. O documentário também tem a preocupação de citar e situar o espectador no contexto da síndrome de Down, já que estas informações podem não fazer parte do conhecimento popular. Entretanto, o principal objetivo desse produto não é trazer análises sobre a síndrome em si e suas especificidades médicas. A ideia central é focar nas pessoas com síndrome de Down, dando tempo para que cada personagem conte suas próprias histórias com pausas e, quando necessário, permitindo que imagens falem mais do que palavras. No núcleo do trabalho estão as mudanças nos dias atuais que trazem as pessoas com Down para o centro das discussões e decisões. Até a década de noventa, a maioria das pessoas com alguma deficiência tinham pessoas para representá-las. Atualmente, essa situação vem mudando. Uma parcela dessa população fala por si mesma, expressa as próprias vontades e anseios. No decorrer do documentário, eles aparecem em ambientes e situações comuns a qualquer pessoa da sociedade. A estética escolhida de documentário, a partir de uma narrativa em primeira pessoa, permitiu a aproximação maior com os personagens. O documentário tem como inspiração a vida de Sérgio Luiz Weyl da Costa, meu tio, que tinha síndrome de Down e faleceu no ano anterior a execução desse produto.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Comunicação Social, Jornalismo, 2012
Aparece na Coleção:Comunicação - Jornalismo



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