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Título: EspaçoCores : centro de reabilitação para dependentes químicos no Parque Enseado Norte : espaço de convívio de reabilitação social
Autor(es): Freitas, Mariana Ferreira
Orientador(es): Rodrigues, Joe (Antonio Rodrigues da Silva Filho)
Assunto: Projeto arquitetônico
Centros de reabilitação
Drogas - abuso - tratamento
Data de apresentação: 7-Jul-2014
Data de publicação: 26-Set-2014
Referência: FREITAS, Mariana Ferreira. EspaçoCores: centro de reabilitação para dependentes químicos no Parque Enseado Norte: espaço de convívio de reabilitação social. 2014. 3 f., il. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.
Resumo: Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo principal criar um projeto para um espaço de acolhimento de dependentes químicos. Não visa apenas o seu tratamento, mas também sua reintegração à sociedade e reestruturação pessoal. As comunidades terapêuticas oferecem ambientes de convívio livre das drogas e oportunidades de adotar novos hábitos de vida. É comum os adictos serem taxados negativamente na sociedade, serem olhados com indiferença por grande parte das pessoas e, consequentemente, excluídos de seus meios sociais. Como dito acima, essa exclusão atinge não somente aos dependentes químicos, mas também às suas famílias. Levando em consideração estes fatos negativos, busca-se a criação de um local bucólico e bonito, onde seu vício possa ser tratado, suas relações interpessoais serem trabalhadas, reaprender a conviver com as pessoas e também a confiar, juntamente de atividades educativas. Neste espaço, os familiares também serão acolhidos. Com isso, desenvolve-se também um novo olhar para o paradigma das pessoas com problemas de saúde. Um espaço bucólico, bonito, onde abrigará atividades que envolvam o bem estar pessoal. Alunos e professores de universidades também poderão colaborar para o funcionamento do espaço, dando palestras e oficinas aos residentes. Não será apenas um espaço de convívio, também poderá ser considerado uma escola. Não só para os pacientes, mas também para os estudantes e professores, pois estes participarão de um estágio de como lidar com seres humanos escravizados pelo vício. Uma clínica pública com investimentos do Estado. É o início de uma conscientização. O local, porém, será também autossuficiente, onde os alimentos poderão ser plantados no próprio terreno, e produtos desenvolvidos nas oficinas servirão para manutenção do espaço. Um lugar neutro e confiável onde os pacientes podem conhecer gente nova e aprender a “ver o outro” a partir da convivência. Será criado também um parque ao redor da clínica, onde as pessoas poderão fazer caminhadas ou praticar corridas, fazer atividades ao ar livre e ter contato direto com a natureza. Futuramente, quando os pacientes estiverem em um nível de tratamento e melhora avançados, poderão também frequentar o parque.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Projeto de Diplomação 2, 2014.
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