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dc.contributor.advisorCeles, Luiz Augusto Monnerat-
dc.contributor.authorBraga, Maria Carolina da Costa-
dc.identifier.citationBRAGA, Maria Carolina da Costa. Algumas considerações a respeito do conceito de Verleugnung como dispositivo arcaico. 2013. 18 f. Monografia (Especialização em Teoria Psicanalítica)—Universidade de Brasília, Brasília, 2013.en
dc.descriptionMonografia (especialização)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Coordenação dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu, Departamento de Psicologia Clínica, 2013.en
dc.description.abstractO presente texto tem como objetivo apresentar algumas reflexões a respeito do conceito freudiano de Verleugnung traduzida para o português como desmentido, recusa (da realidade) ou renegação, no sentido de que tal construto, para além de um mecanismo presente nos casos de fetichismo, seria um dispositivo arcaico vinculado ao processo de formação do Eu que atua como mecanismo constitutivo do sujeito. Tendo como ponto de partida os textos Fetichismo (1927) e A cisão do Eu e os processos de defesa (1938) buscamos apreender algumas compreensões sobre o conceito, especificamente no que se refere à questão da crença apresentada por Octave Manonni na construção frasal “Eu sei..., mas mesmo assim” e da perspectiva apresentada por Luiz Claudio Figueiredo, que enraizada na experiência clínica, discute a questão do mecanismo de Verleugnung como defesa básica da constituição normal do psiquismo. As reflexões acerca da presença desse mecanismo não apenas nos pacientes perversos ou psicóticos, mas também nos neuróticos, ajuda a pensar sobre o modo como um dispositivo inicialmente sintetizado para dar conta de situações patológicas pode revelar traços e características desconhecidas de processos e comportamentos ditos “normais”. _______________________________________________________________________________ ABSTRACTen
dc.description.abstractThe purpose of this paper is to present some reflections concerning the Freudian concept of Verleugnung, usually translated as démenti, denial (of reality) or denegation, in the sense that, other than being a mechanism present in cases of fetishism, it would be an archaic apparatus related to the process of formation of the Ego, which is constitutive of the subject itself. From texts such as Fetishism (1927) and The split of the Ego in Defense Processes (1938), we try to grasp some understanding regarding the concept, specifically in its relation to the issue of belief, as discussed by Octave Manonni in the phrase “I know..., but still”, and also from the perspective recommended by Luiz Claudio Figueiredo, which, deeply rooted in a clinical experience, suggests Verleugnung as a basic defense mechanism in the normal constitution of psyche. The reflections concerning the presence of such mechanism not only is cases of perversion or psychosis, but also in neurosis, help to think about how an apparatus initially conceived to explain pathological situations can reveal traits and previously unknown characters of processes and behaviors considered “normal”.en
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.subject.keywordNegação (psicanálise)en
dc.subject.keywordSelf (Psicologia)en
dc.subject.keywordFetichismoen
dc.titleAlgumas considerações a respeito do conceito de Verleugnung como dispositivo arcaicoen
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Especializaçãoen
dc.date.accessioned2013-09-26T11:24:03Z-
dc.date.available2013-09-26T11:24:03Z-
dc.date.issued2013-09-26T11:24:03Z-
dc.date.submitted2013-
dc.identifier.urihttp://bdm.unb.br/handle/10483/6131-
dc.language.isoPortuguêsen
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