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Título: Sem sertanista não há sertão
Autor(es): Karim, Igor Omar de Araujo Abdel
Orientador(es): Souza, Marcela Stockler Coelho de
Assunto: Índios da América do Sul
Índios - vida e costumes sociais
Índios - relações com o governo
Data de apresentação: 30-Abr-2013
Data de publicação: 16-Mai-2013
Referência: KARIM, Igor Omar de Araujo Abdel. Sem sertanista não há sertão. 2013. xii, 88 f., il. Monografia (Bacharelado em Ciências Sociais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2013.
Resumo: Esta monografia é uma proposta de compreender alguma das formas que é estruturado o discurso que sustenta a (noção de) isolamento atribuída a alguns dos povos indígenas do Brasil. Os índios isolados são beneficiários de um tratamento distinto, comparado com outras categorias de índios, no âmbito da política indigenista oficial do Estado brasileiro e na qualidade das ações de proteção dos direitos indígenas promovidos pela Fundação Nacional do Índio – FUNAI. Neste trabalho são abordados dois eixos principais de onde emanam as reflexões sobre o índio isolado: a representação histórica da diferença entre tipos de índios, por meio do olhar da administração colonial portuguesa até a formação do Estado brasileiro; e o papel político dos Sertanistas, como agentes do Estado, em promover políticas indigenistas que contemplem a complexidade do isolamento de grupos indígenas perante a expansão da sociedade nacional em seus territórios. __________________________________________________________________________ ABSTRACT
This monograph purposes to understand some of the ways in which the discourse that sustains the (notion of) isolation bestowed upon some of the indigenous groups in Brazil is structured. From the Brazilian State perspective, the isolated indians deserves a distinct treatment compared with other types of indians, specially concerning different protection policies promoted by the National Foundation of the Indigenous Peoples – FUNAI. In this work two main subjects are approached: first, the historical representation of the several differences between types of indigenous groups, in the view of the Portuguese colonial administration until the formation of the modern Brazilian State; second, the political contribution of the sertanistas (agents whom are capable of find isolated indians living in the jungle), as State agents, promoting policies that may tackle the complex notion of indigenous isolation face the expansion of the national society in their territory.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, 2013.
Aparece na Coleção:Ciências Sociais - Antropologia



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