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dc.contributor.advisorSousa, Janaína Meirelles-
dc.contributor.authorSouza, Mariana Cristina da Silva-
dc.identifier.citationSOUZA, Mariana Cristina da Silva. Perfil de atitude frente à morte em graduandos da área de saúde. 2014. 30 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.pt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, 2014.pt_BR
dc.description.abstractA falta de reflexão por parte do estudante sobre o tema da morte no decorrer da graduação pode causar dificuldade na prestação de cuidados a pessoas que se encontram no fim da vida ou em situação de luto. Este trabalho visa identificar as atitudes frente à morte em graduandos da área de saúde, e constitui-se num estudo descritivo e exploratório. A pesquisa foi realizada em uma instituição pública federal localizada no Distrito Federal, por meio da aplicação da escala de Avaliação do Perfil de Atitudes Acerca da Morte (EAPAM) e de um questionário sociodemográfico, numa amostra de 1.005 graduandos da área de saúde. A maior parte dessa amostra é formada por indivíduos solteiros, do sexo feminino, na faixa etária de até 20 anos, sem experiência de perda de pessoas significativas e de pacientes em atividades da graduação. A análise revelou que a dimensão neutra apresentou maior média entre os graduandos, e que médias mais elevadas na dimensão medo da morte e evitamento da morte apresentam-se em graduandos de menor idade. Quanto ao sexo, observou-se que médias mais elevadas nas dimensões aceitação de escape e aceitação religiosa estão entre graduandos do sexo masculino. Os resultados sugerem que a experiência de perda de pessoas significativas e de pacientes em atividades da graduação, exercem pouca ou quase nenhuma influência nas atitudes frente a morte em graduandos da área de saúde. Constata-se que a percepção da morte de forma negativa expressa nas dimensões medo da morte e evitamento da morte, se faz presente entre os graduandos mais jovens, que provavelmente encontram-se em anos iniciais da graduação, expondo a necessidade de discussões sobre a temática morte e morrer desde os primeiros semestres, com o intuito de abrandar o impacto que a experiência de morte possa causar na vida pessoal e acadêmica desses jovens.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.keywordMorte - aspectos psicológicospt_BR
dc.subject.keywordProcesso de morte e morrerpt_BR
dc.subject.keywordEstudantes universitáriospt_BR
dc.subject.keywordCiências da saúdept_BR
dc.titlePerfil de atitude frente à morte em graduandos da área de saúdept_BR
dc.title.alternativeProfile of undergraduate health sciences about attitudes to deathpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - Graduação - Bachareladopt_BR
dc.date.accessioned2020-02-20T15:16:21Z-
dc.date.available2020-02-20T15:16:21Z-
dc.identifier.urihttp://bdm.unb.br/handle/10483/23219-
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.description.abstract1The gap of reflections about death along the graduation process can lead the undergraduate to don’t think about the subject, becoming difficult to take care of people facing experiences of life endings and in its grief process. It’s a descriptive and exploratory study that aims to identify attitutes of ungraduate students of health sciences’s in face of death. The study was made in a public federal institution in Brasilia – DF, the Capital of Brazil, through the use of two instruments: the Death Attitudes Profile Revised (DAP-R) scale and a sociodemographic questionnaire, within a sample of 1005 students. The results showed that (the) most part of them were single, female, aged until 20 years old, with no previously death experience of someone closes’ and even of patients during the graduation. This analysis revealed that the neutral dimension showed high media among the ungraduate, and the highest media of fear of death and avoidance of death is more common in younger students. In relation to sex cathegory, the highests medias of attitudes of escape acceptance and religious acceptance were observed in male. The results sugests that the experience of losing someone close and even patients, during graduation, doesn’t have a lot of (or doesn’t have) any inflluence on ungraduates attitudes in face of death, It was proved that the perception of death in a negative way, expressed by the dimensions of fear and avoidance of death, is found in younger’s ungraduates, that probably are in the beginning of the graduation, what express the need of discussions about death and dying, since the student’s ingression to the course, with the goal to decrease the impact that the experience of death can cause in the personal and academic life of the students.pt_BR
Aparece na Coleção:Enfermagem - Campus UnB Ceilândia



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