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Título: Educação física escolar e a autonomia identitária dos corpos : gênero e sexualidade em foco
Autor(es): Borda, Flora Margarida Antonioli
Orientador(es): Behmoiras, Daniel Cantanhede
Assunto: Gênero - relações
Sexualidade
Data de apresentação: 30-Jun-2016
Data de publicação: 11-Fev-2019
Referência: BORDA, Flora Margarida Antonioli. Educação física escolar e a autonomia identitária dos corpos: gênero e sexualidade em foco. 2016. 47 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Educação Física)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
Resumo: O contato com as diferentes formas de sexismo, machismo, homofobia, lesbofobia e transfobia, presentes na sociedade capitalista, patriarcal e heterocentrada em que vivemos, motivou uma investigação mais aprofundada a respeito da influência que a educação e, mais especificamente, a Educação Física, tem sobre as relações humanas identitárias em fase escolar, acarretando na formação/afirmação do pensamento/atitude do indivíduo adulto. A EF carrega consigo um estigma de reprodutora de corpos saudáveis e disciplinados, onde os padrões estéticos e comportamentais seguem receitas restritas de referência, como nos demais setores da sociedade, focadas no homem, branco, viril, cisgênero e heterossexual. Tudo o que extrapolar essas referências, possivelmente, está fadado à discriminação e exclusão. Portanto, a relevância desse componente curricular se encontra no ponto em que é facilitador de processos de emancipação e autonomia. A partir de uma revisão de literatura busco investigar que fatores influenciam a formação/atuação das identidades, na construção e/ou reprodução de estereótipos de gênero, principalmente em aulas de EF, entendendo esta disciplina como importante ferramenta formativa nas questões de gênero. A transcendência crítica da esteriotipia sexual e do pensamento binário possibilita o surgimento de novas estratégias metodológicas e intervenções mais adequadas às demandas da sociedade contemporânea. Assim como a orientação de atividades físicas para corpos sem denominações preestabelecidas, com possibilidades infinitas de descoberta e autoafirmação. A partir desse trabalho, as metodologias e estratégias pedagógicas se evidenciaram, assim como as (in)visibilidades das identidades de gênero, demonstrando certo despreparo para lidar com tais questões nos espaços escolares. Necessitando, dessa maneira, de espaços formativos extracurriculares e da inclusão de formação adequada no currículo.
Informações adicionais: Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Curso de Licenciatura em Educação Física, Campus Darcy Ribeiro, 2016.
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