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Título: A água que bebemos : por que poluímos com esgoto? Os rios das cidades ou as cidades dos rios
Autor(es): Santos, Aline A. Leão dos
Orientador(es): Bernardes, Ricardo Silveira
Assunto: Recursos hídricos
Rios urbanos
Rios
Esgotos
Água - poluição
Data de apresentação: 2014
Data de publicação: 31-Jan-2018
Referência: LEÃO, Aline. A água que bebemos: por que poluímos com esgoto? Os rios das cidades ou as cidades dos rios. 2014. xxiv f., il. Trabalho de conclusão de curso (Especialização em Reabilitação Ambiental Sustentável Arquitetônica e Urbanística)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.
Resumo: Paris (França) e Bonn (Alemanha) tem algo em comum: a poluição quase mortal do seu rio principal. Por que, na maioria das cidades, o verde da vegetação das margens é consumido pelo cinza do concreto? Afinal, quando foi que as cidades se esqueceram dos rios? Quem chegou primeiro, a cidade ou rio? E quem foi que o poluiu? A pequena cidade de Barreiras (Brasil) tem a chance de ser diferente, no entanto tende a seguir os velhos exemplos de ocupação desordenada histórica das margens fluviais urbanas. Neste estudo foi feito uma simulação da Área de Preservação Permanente – APP em trechos de três rios: Sena em Paris (França), Reno em Bonn (Alemanha) e Grande em Barreiras (Brasil). São ocupações do espaço ambiental urbano em diferentes escalas de tempo. A margem do rio Sena abriga legados históricos da humanidade em uma área que para a legislação brasileira deveria haver vegetação nativa. Bonn apresenta uma ocupação equilibrada, com parques e passeios ás margens do Reno. O rio Grande corre perigo em Barreiras com a ocupação desordenada e ilegal das margens, em muitos trechos, onde deveria haver vegetação nativa há infraestrutura urbana. O resultado da análise aponta para a necessidade latente de reabilitação das margens dos rios urbanos replanejando a paisagem para a segurança ambiental e humana.
Informações adicionais: Trabalho de conclusão de curso (especialização)—Universidade de Brasília, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Programa de Pesquisa e Pós-graduação, Curso de pós-graduação lato sensu em Reabilitação Ambiental Sustentável Arquitetônica e Urbanística, 2014.
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