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Título: Comparação da relação I/Q funcional entre o membro inferior parético e não-parético, em indivíduos acometidos por AVE
Autor(es): Rezende, Clarice Bacelar
Orientador(es): Carregaro, Rodrigo Luiz
Assunto: Força muscular
Acidente vascular cerebral
Joelhos
Hemiparesia
Data de apresentação: 22-Nov-2016
Referência: REZENDE, Clarice Bacelar. Comparação da relação I/Q funcional entre o membro inferior parético e não-parético, em indivíduos acometidos por AVE. 2016. 24 f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Fisioterapia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
Resumo: A relação isquiotibiais/quadríceps funcional (I/QF) baseia-se no cálculo da força máxima excêntrica dos isquiotibiais pela força máxima concêntrica do quadríceps. Esse índice pode ser útil no âmbito do acidente vascular encefálico (AVE), ao aprofundar a compreensão da estabilização do joelho durante a marcha. O objetivo foi comparar a relação I/QF dos membros inferiores do lado parético e não-parético, em indivíduos acometidos pelo AVE. Participaram 56 indivíduos de ambos os sexos, divididos nos grupos: (1) Indivíduos acometidos pelo AVE (GAVE) e (2) indivíduos sem lesão encefálica (grupo controle; GCONT). Utilizou-se dinamômetro isocinético para avaliar a I/QF, a 60°/s. Não foram encontradas diferenças significantes entre o GAVExGCONT em relação à idade (P=0,37), altura (P=0,53), massa (P=0,77) e IMC (P=0,41). Os valores de I/QF (mediana e quartis) do GAVE e GCONT foram, respectivamente, 0,77 (0,69-0,84) para membro não-parético e 0,79 (0,64-0,88) para membro dominante; 0,97 (0,69-1,41) membro parético e 0,77 (0,64-0,89) membro não dominante. Na comparação entre GAVExGCONT, verificou-se que o I/QF foi significativamente maior no GAVE apenas ao comparar o membro parético com o membro não dominante do GCONT (P<0,05). Não houve diferença no equilíbrio articular do joelho ao comparar o membro não parético de indivíduos acometidos pelo AVE com sujeitos sem lesão encefálica, o que pode ser explicado pelo fato dos indivíduos já estarem na fase crônica e terem realizado reabilitação pós AVE. O membro parético, além de apresentar valores significativamente superiores ao controle, apresentou uma I/QF mais próxima de 1.0 (indicativa de maior estabilidade), possivelmente devido à fraqueza da musculatura extensora que impossibilitou maiores esclarecimentos quanto ao equilíbrio articular após AVE. Sugere-se que novos estudos correlacionem a I/QF com outras variáveis de desempenho neuromuscular, como o pico de torque da musculatura extensora e flexora do joelho, bem como em outras articulações, para melhor compreensão do equilíbrio articular dessa população.
Informações adicionais: Trabalho de conclusão de curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Curso de Fisioterapia, 2016.
Informações de Acesso e Conteúdo: Texto parcialmente liberado pelo autor. Conteúdo disponível: Resumo, Discussão e Referências.
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