Utilize este link para identificar ou citar este item: http://bdm.unb.br/handle/10483/16394
Arquivos neste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2016_GuilhermeAilsonNogueira_tcc.pdf2,65 MBAdobe PDFver/abrir
Título: Mapeamento das lavouras de café em produção da microrregião de Paracatu, Minas Gerais
Autor(es): Nogueira, Guilherme Ailson de Sousa
Orientador(es): Lacerda, Marilusa Pinto Coelho
Assunto: Café - cultivo
Café
Data de apresentação: Dez-2016
Data de publicação: 29-Mar-2017
Referência: NOGUEIRA, Guilherme Ailson de Sousa. Mapeamento das lavouras de café em produção da microrregião de Paracatu, Minas Gerais. 2016. viii, 36 f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Agronomia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
Resumo: O Brasil, atualmente, é o maior produtor e exportador mundial de café, e o segundo maior consumidor do mesmo. O estado de Minas Gerais representa o maior produtor de café arábica, com 67,8% do total produzido em 2016. A cultura do café representa grande importância econômica para o país, sendo imprescindível o conhecimento espacial da cultura tanto para previsão de safras quanto para planejamentos agrícolas em escala municipal, estadual e federal. Estimativas de produção de safra feitas a partir de técnicas de sensoriamento remoto têm se monstrado bastante eficiente, sendo o método mais promissor nesse sentido. O trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência da estimativa da produção de café mediante mapeamento das lavouras desta cultura em produção na microrregião de Paracatu, MG, por meio de técnicas de sensoriamento remoto em imagens do sensor OLI/Landsat 8. . Para o mapeamento em imagens do sensor OLI/Landsat 8, foi utilizada a metodologia de interpretação visual de imagens e edição vetorial manual no programa ArcGIS. Foi utilizado como base o mapeamento de 2012 realizado pela CONAB e com auxílio de imagens recentes de alta resolução espacial do Google Earth. Após realizado o mapeamento foi feito o cálculo das áreas de produção de café da microrregião estudada totalizando 9963,47 hectares, enquanto a estimativa realizada pelo IBGE em 2015 apresentou um resultado de 9068 hectares, por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. A avaliação entre os dados obtidos pelas duas metodologias com variação de 9,87% das áreas em produção de café na região pode ser considerada aceitável, permitindo considerar que o mapeamento por meio de sensoriamento remoto para o cálculo da estimativa da produção de café constitui uma metodologia eficiente, menos oneroso em termos de tempo, custos e profissionais envolvidos.
Informações adicionais: Trabalho de conclusão de curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2016.
Aparece na Coleção:Agronomia



Este item está licenciado na Licença Creative Commons Creative Commons