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Título: Desigualdades intraurbanas na área metropolitana de Brasília : uma análise da mortalidade segundo níveis de educação
Autor(es): Vieira, Maria Gabriella Figueiredo
Orientador(es): Vasconcelos, Ana Maria Nogales
Coorientador(es): Gomes, Marília Miranda Forte
Assunto: Desigualdade social
Análise espacial (Estatística)
Área Metropolitana de Brasília (AMB)
Mortalidade - estatística
Data de apresentação: 2016
Data de publicação: 4-Jan-2017
Referência: VIEIRA, Maria Gabriella Figueiredo. Desigualdades intraurbanas na área metropolitana de Brasília: uma análise da mortalidade segundo níveis de educação. 2016. 62 f., il. Monografia (Bacharelado em Estatística)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
Resumo: Um dos aspectos relevantes para a análise das desigualdades em saúde é a escolaridade. Assim, níveis mais elevados de saúde estariam associados a níveis mais elevados de escolaridade. Neste trabalho foram utilizados os dados relativos a 2010, obtidos pelo Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e pela amostra do Censo Demográfico, realizado pelo IBGE. A proposta foi analisar algumas relações através da construção de tábuas de vida de múltiplos decrementos, buscando traçar o perfil de mortalidade segundo as causas de morte e os níveis de escolaridade na faixa etária de 25 a 59 anos, na Área Metropolitana de Brasília (AMB), composta pelo Distrito Federal e doze municípios de Goiás. A partir dessa análise, foi possível a observação das diferenças nas probabilidades de sobrevivência segundo categorias de grau de instrução. Construíram-se perfis de mortalidade segundo grandes grupos de causas de morte para as categorias de nível de escolaridade, essas causas foram dividas em três grupos definidos como preveníveis (doenças infecciosas, parasitárias, maternas, perinatais e nutricionais), não transmissíveis (neoplasmas e doenças crônicas) e causas externas (acidentes, violência, entre outros). Os resultados mostraram que quanto mais elevada a escolaridade, maior é a esperança de vida aos 25 anos. A expectativa de vida entre homens com idade igual a 25 anos variou entre 42 anos para a menor categoria de escolaridade e 54 anos para a maior. Por outro lado, as mulheres ainda viveriam, em média, 51 anos quando tinham 0 a 7 anos de estudo e 57 anos para 12 ou mais anos de instrução. Com relação aos ganhos na esperança de vida, ao analisar a mortalidade segundo causas de morte, notou-se que a eliminação da categoria de causas não transmissíveis, para os dois sexos, foi a que mais impactou na expectativa de vida dos que sobreviveram aos 25 anos. Destacou-se o fato de que a exclusão de causas externas desempenhou um diferencial significativo nos ganhos da esperança de vida, relacionados aos homens jovens e com baixo nível de escolaridade. Portanto, conclui-se que esse tipo de análise contribuiu muito para ampliar o conhecimento sobre a relação entre níveis educacionais e níveis de mortalidade, além de proporcionar informações importantes para a formulação de políticas públicas, visando reduzir os níveis de mortalidade.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Departamento de Estatística, 2016.
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